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  "publishedAt": "2026-04-16T14:50:51.000Z",
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  "textContent": "\nEm um ataque a mídia dos Estados Unidos durante uma coletiva de imprensa no Pentágono, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comparou os jornalistas aos 'fariseus' de uma passagem do Novo Testamento que condenaram Jesus por realizar um milagre em uma sinagoga. Os fariseus, uma seita judaica do primeiro século, são considerados como tendo incluído os rabinos do Talmud e como os predecessores ideológicos da prática judaica tradicional atualmente. A história que Hegseth relata, que ele diz ter ouvido no final de semana na igreja, está no Evangelho de Marcos, no Novo Testamento. Ela detalha Jesus entrando em uma sinagoga no sábado e curando um homem com a mão atrofiada. O texto diz que alguns fariseus 'estavam procurando um motivo para acusar Jesus, então o observavam atentamente para ver se ele o curaria no sábado'. Depois que Jesus desafiou os fariseus e curou o homem, o texto diz que 'os fariseus saíram e começaram a conspirar com os herodianos sobre como matariam Jesus'. Hegseth faz uma interpretação da passagem com a cobertura jornalística. 'Veja bem, os fariseus, as chamadas elites autoproclamadas de sua época, estavam lá para testemunhar, para registrar tudo, para relatar. Mas seus corações estavam endurecidos. Mesmo tendo testemunhado um milagre literal, isso não importou'. 'Eu estava sentado na igreja e pensei: nossa imprensa é igualzinha a esses fariseus. Não todos vocês. Não todos vocês. Mas a imprensa tradicional, aquela que odeia Trump', declarou. Irã pratica 'pirataria' e 'terrorismo' no Estreito de Ormuz, afirma secretário Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth. SAUL LOEB / AFP O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, ameaçou o Irã em uma coletiva de imprensa no Pentágono nesta quinta-feira (16), acusando o país de 'pirataria' e 'terrorismo' no Estreito de Ormuz. Ele afirmou que os EUA estão prontos para retomar os combates com 'mais poder do que nunca' caso o atual cessar-fogo chegue ao fim. As declarações de Hegseth surgem em meio a esforços para retomar as negociações diretas entre os EUA e o Irã, e após o presidente americano Donald Trump ter indicado que a guerra pode estar perto do fim. O atual cessar-fogo de duas semanas deve terminar em 22 de abril. Ao iniciar a coletiva de imprensa, Hegseth afirma que os EUA estão fortalecendo seu poderio militar, enquanto alega que o Irã é incapaz de reconstruir sua própria força. Ele diz que os EUA estão 'totalmente preparados para retomar as operações de combate'. 'Esta não é uma luta justa', diz ele. Ele acrescenta que, enquanto o Irã 'está se reerguendo de instalações bombardeadas e devastadas, nós só estamos ficando mais fortes'. 'Estamos recarregando com mais poder do que nunca e com informações mais precisas do que nunca, à medida que você se expõe, com seus movimentos, ao nosso olhar atento'. Hegseth afirma que o bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã, uma via crucial para o abastecimento global de petróleo, não equivale ao controle da hidrovia. O Irã tem exigido o controle contínuo do estreito nas negociações para o fim da guerra. 'Você não pode controlar nada. Para ser claro, ameaçar disparar mísseis e drones contra navios, navios comerciais que estão transitando legalmente em águas internacionais, isso não é controle. Isso é pirataria. Isso é terrorismo. A Marinha dos Estados Unidos controla o tráfego que entra e sai do estreito porque temos recursos e capacidades reais, e estamos realizando esse bloqueio'. Ele acrescenta que os EUA garantirão que 'o Irã jamais possua uma arma nuclear'. Pete afirma que, em vez de continuar em conflito, o Irã pode iniciar negociações com os EUA e 'escolher um futuro próspero, uma ponte de ouro, e esperamos que o faça'. Ataques contra instalações energéticas do Irã em Isfahan. Reprodução",
  "title": "Secretário de Defesa dos EUA compara mídia americana a 'fariseus no Novo Testamento'; entenda"
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