{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiftuha75w7j6svgebpjmpavpjzqjpdzez44nokbtbgik6xqckhkyy",
    "uri": "at://did:plc:ozyukmutyreglxifxuzagnly/app.bsky.feed.post/3mjmeuelyesx2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreibz3pdxjafrdkmcemetimsvjwai2a6miro4axtns36uhqcucmvmai"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 2490287
  },
  "path": "/rio-de-janeiro/noticia/2026/04/16/caso-henry-borel-pgr-pede-ao-stf-que-monique-medeiros-volte-para-a-prisao.ghtml",
  "publishedAt": "2026-04-16T11:54:34.000Z",
  "site": "https://cbn.globo.com",
  "tags": [
    "cbn"
  ],
  "textContent": "\nA Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Monique Medeiros volte para a prisão. O parecer foi enviado ao ministro Gilmar Mendes, que agora vai decidir se mantém a liberdade dela ou se determina um novo recolhimento. PF prende Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB Eleição que define novo presidente da Alerj será nesta sexta-feira (17) A manifestação da PGR trata do caso de Henry Borel, o menino de quatro anos que morreu em 2021 com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca. Filho de Monique, ela era namorada do ex-vereador Jairinho; os dois respondem por homicídio e outros crimes. Monique foi solta após o adiamento do júri, em março. Na ocasião, a defesa de Jairinho abandonou o plenário do Tribunal do Júri, o que impediu a continuidade da sessão. Com isso, a juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para o dia 25 de maio e entendeu que manter Monique presa poderia configurar excesso de prazo. PGR diz que soltura foi indevida e contrariou entendimentos anteriores Agora, a Procuradoria diz que essa soltura foi indevida e, no parecer, o subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Magalhães Teixeira, afirma que a decisão contrariou entendimentos anteriores do próprio Supremo sobre o caso. A PGR também sustenta que não houve demora injustificada, já que o adiamento do julgamento ocorreu por ação da própria defesa. O órgão argumenta ainda, que a análise do prazo não pode considerar apenas a passagem do tempo, mas também a complexidade do processo e o comportamento das partes. Para a Procuradoria, atrasos provocados pela estratégia da defesa não podem servir de base para justificar a liberdade da ré. Nesse documento, a PGR também cita riscos para o andamento do processo, como a possibilidade de coação de testemunhas e o descumprimento de medidas cautelares em ocasiões anteriores. Com isso, pediu que a prisão preventiva seja restabelecida.",
  "title": "Caso Henry Borel: PGR pede ao STF volta de Monique Medeiros à prisão"
}