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  "textContent": "\nPor seis votos a quatro, a CPI do Crime Organizado rejeitou o relatório do senador Alessandro Vieira. A votação foi marcada pela atuação da base governista, que formou maioria após a substituição de dois parlamentares. Votaram contra o parecer os senadores Otto Alencar, Humberto Costa, Soraya Thronicke, Rogério Carvalho, além de Beto Faro e Teresa Leitão, que assumiram as vagas de Sérgio Moro e de outro integrante da comissão. Com a rejeição, a CPI é encerrada sem a aprovação de um relatório final. Caso o documento tivesse sido validado, ele seria encaminhado ao Ministério Público para aprofundamento das investigações. Sem esse desfecho, os trabalhos da comissão são concluídos sem recomendações formais. Ministros criticam relatório de Alessandro Vieira na CPI do Crime Organizado Durante sessão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal na tarde desta segunda-feira, ministros aproveitaram para se manifestar e criticar o relatório do senador Alessandro Vieira na CPI do Crime Organizado no Senado. Um dos alvos do pedido de indiciamento, o ministro Dias Toffoli classificou o documento como 'aventureiro' e sem fundamento. 'Não posso deixar de dizer das oportunas palavras que Vossa Excelência hoje dirige em relação a essa situação de excrescência de um relatório completamente infundado, sem base jurídica, sem base em verdade factual e com um único e nítido sentido de obter votos. Isso, Sr. Presidente, é abuso de poder e isso pode levar, inclusive, à inelegibilidade. Isso pode levar, não só em sanções em outras áreas do Ministério Público, mas também da Justiça Eleitoral. E a Justiça Eleitoral não faltará em punir aqueles que abusam do seu poder para obter voto num proselitismo eleitoral.' Na abertura da sessão, o ministro Gilmar Mendes declarou que o tribunal deverá analisar eventuais abusos e os limites de atuação das comissões parlamentares de inquérito. Ele afirmou que há 'um quê de lavajatismo' nos pedidos de indiciamento, defendendo cautela para evitar a repetição de erros recentes. Mendes também criticou o que chamou de tentativas de pressionar o Judiciário, com vazamentos seletivos e antecipação de julgamentos na mídia. O ministro Luiz Fux acompanhou os colegas e defendeu que o plenário do STF analise a extensão dos poderes das CPIs. Já André Mendonça ressaltou que as apurações devem ocorrer com seriedade e respeito às garantias legais, destacando decisões recentes em que concedeu habeas corpus a investigados. Ele também manifestou solidariedade a colegas e a outros alvos de investigações que, segundo ele, possam sofrer injustiças.",
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