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  "textContent": "\nO julgamento no Supremo Tribunal Federal que vai definir o formato das eleições para o governo do Rio de Janeiro pode terminar empatado. A análise está marcada para quarta-feira, dia 8, e decidirá se o estado terá eleições diretas, com voto popular, ou indiretas, conduzidas pelos deputados estaduais. Até o momento, quatro ministros já se posicionaram a favor das eleições diretas: Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Esses votos já haviam sido apresentados em outro processo que tratava das regras para uma eventual eleição indireta, e indicam uma tendência inicial na Corte. Apesar disso, o cenário ainda é indefinido. Atualmente, o Supremo conta com um ministro a menos, o que reduz o total de votos possíveis e abre espaço para um empate. Caso o placar fique em cinco a cinco, caberá ao presidente da Corte, Edson Fachin, dar o chamado voto de Minerva e decidir o desfecho. Nos bastidores, segundo apuração da CBN, o clima é considerado favorável à realização de eleições diretas, como forma de garantir maior legitimidade ao processo. Além do formato do pleito, o STF também deve definir quem assumirá interinamente o governo do estado até a escolha do novo chefe do Executivo. Reunião de deputados adia eleição para presidência da Alerj Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, deputados decidiram aguardar a decisão do Supremo antes de avançar com qualquer eleição interna. Em reunião de líderes, ficou acordado que a escolha para a presidência da Casa só ocorrerá após a conclusão do julgamento e o cumprimento dos prazos judiciais. A decisão ocorre depois de uma eleição à presidência anulada pelo Tribunal de Justiça do Rio, que invalidou o trâmite que alçou Douglas Ruas, do PL, ao cargo. O STF ainda vai definir não apenas o modelo de eleição no estado, mas também possíveis impactos sobre o comando interino do governo. Paralelamente, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro publicou nesta segunda-feira a ata sobre a cassação e a retotalização dos votos de Rodrigo Bacellar. A partir da publicação no Diário da Justiça Eletrônico, passa a contar um prazo de cinco dias para a oficialização. Só depois disso será possível avançar formalmente para uma nova eleição na Alerj, já sob o cenário definido pelo STF.",
  "title": "Decisão sobre eleições para governo do RJ pode ter empate no Supremo; entenda"
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