{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreieafqfmseh53zp22qrpqzoyewzwoqnercrcbysaqh7ixjjorysk4u",
    "uri": "at://did:plc:ozyukmutyreglxifxuzagnly/app.bsky.feed.post/3mijljvbqibx2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreidzhjtf4crfwwicbym4ikn47krfbf2k53lyumwxhxuxo33hrjltl4"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 60505
  },
  "path": "/mundo/noticia/2026/04/02/ira-elabora-protocolo-com-novas-regras-para-navegacao-no-estreito-de-ormuz.ghtml",
  "publishedAt": "2026-04-02T15:47:45.000Z",
  "site": "https://cbn.globo.com",
  "tags": [
    "cbn"
  ],
  "textContent": "\nO Irã está elaborando um protocolo ao lado de Omã para monitorar o tráfego no Estreito de Ormuz. A informação foi divulgada pela agência de notícias oficial IRNA, citando o vice-ministro das Relações Exteriores, Kezem Gharibabadi. Gharibabadi declarou à Sputnik, agência de notícias estatal russa, que o Irã está quase concluindo seu projeto de protocolo, que estabeleceria um novo regime de navegação no Estreito de Ormuz 'A minuta deste protocolo encontra-se atualmente na fase final de preparação. Assim que estiver pronta, iniciaremos as negociações com Omã para que possamos elaborar um protocolo conjunto'. Gharibabadi explicou então que o protocolo significaria que, em tempos de paz, todas as embarcações que passassem pelo estreito teriam de ter todos os acordos necessários com os estados costeiros - Irã e Omã - e obter as autorizações e licenças necessárias com antecedência. Macron afirma que é irrealista reabrir Estreito de Ormuz à força em embate com Trump Presidente da França, Emmanuel Macron, em visita ao Chipre. GONZALO FUENTES / POOL / AFP O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quinta-feira (2) que seria irrealista lançar uma operação militar para forçar a abertura do Estreito de Ormuz. A fala ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter desafiado os países que usam o local a trabalharem para a sua reabertura. Em visita à Coreia do Sul, Macron disse que 'algumas pessoas defendem a ideia de libertar o Estreito de Ormuz à força, por meio de uma operação militar, uma posição por vezes expressa pelos Estados Unidos, embora tenha variado'. 'Essa nunca foi uma opção que apoiamos, porque é irrealista. Levaria uma eternidade e exporia todos aqueles que atravessam o estreito aos riscos dos guardiões da revolução, bem como a mísseis balísticos', acrescentou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, debochou do presidente francês, Emmanuel Macron, e da sua esposa, Brigitte Macron, após criticar diversos líderes da OTAN por não participar da guerra contra o Irã. Do outro lado, Macron declarou que as falas não foram elegantes para um chefe de estado. Ele disse a Trump que a guerra no Irã exige uma abordagem 'séria', no ataque mais contundente de um aliado ao presidente americano desde o início do conflito. Em declarações à imprensa na Coreia do Sul, o líder francês afirmou que o conflito 'não é um espetáculo' e que Trump não deveria fazer declarações contraditórias sobre seus objetivos. 'Quando se quer falar sério, não se diz todos os dias o oposto do que se disse no dia anterior. E talvez não se deva falar todos os dias. Deve-se simplesmente deixar as coisas se acalmarem'. O vídeo foi brevemente publicado no canal do YouTube da Casa Branca, que posteriormente bloqueou o acesso. Trump se referia a um vídeo viral de maio que mostrava Brigitte Macron colocando as duas mãos no rosto do presidente francês, em um gesto que parecia ser um tapa. Na época, a primeira-dama e o presidente disseram que se tratava de uma discussão de casal. A classe política francesa reagiu com indignação a esta declaração do presidente americano. Trump continuou e afirmou que disse ao presidente francês que 'adoria ter alguma ajuda no Golfo, embora estejamos batendo recordes em eliminar pessoas más e derrubar mísseis balísticos'. 'Adoraríamos ter alguma ajuda. Se possível, poderia enviar navios imediatamente, por favor?', teria questionado. O republicano, então, imitando sotaque da França, disse que Macron respondeu que não poderia fazer isso agora: 'Podemos fazê-lo após a guerra ser vencida'. Todas as falas ocorreram em um almoço fechado na Casa Branca, mas que vídeos foram publicados nas redes sociais. Presidente da França, Emmanuel Macron, e dos Estados Unidos, Donald Trump. CHIP SOMODEVILLA / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP",
  "title": "Irã elabora protocolo com novas regras para navegação no Estreito de Ormuz"
}