Tenente-coronel denunciado por feminicídio passa para a reserva da PM de SP com salário integral
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April 2, 2026
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a soldado e esposa Gisele Alves Santana, teve um pedido de aposentadoria acatado pela pela Polícia Militar de São Paulo. Com isso, ele vai para a reserva, o que na estrutura militar equivale à aposentadoria. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e já está vigente. 99 desiste de mototáxis em SP e Nunes comemora: 'Entenderam' Anvisa descarta, por ora, risco à saúde pública após desvio de amostras de vírus na Unicamp O oficial passa para a reserva com salário integral do comando da Zona Oeste da Capital e com todas as gratificações acumuladas em sua carreira de oficial, resultando em cerca de R$ 20 mil por mês. O texto cita que ele cumpriu os requisitos temporais e legais exigidos pela legislação estadual e federal. Desta forma, ele receberá o benefício mesmo preso no presídio militar Romão Gomes, denunciado por feminicídio e fraude processual. O processo chama atenção pela rapidez, como destaca o advogado José Miguel da Silva Junior, que advoga pela soldado Gisele Alves Santana: "Causou, espécie, a celeridade da corporação em aposentá-lo. Eu tenho notícias que entraram com esse pedido em menos de uma semana e hoje foi publicado no Diário Oficial. E depois vem a público dizer que corta na carne, que não admite a conduta incompatível, sendo que estão dando privilégios para o senhor Tenente Coronel, mas saibam que essa aposentadoria não vai barrar o Conselho de Justificação, que vai demiti-lo. Nós temos convicção disso." Ele ainda responde a um processo administrativo que pode resultar na perda da patente e na expulsão. O tenente-coronel Neto é acusado de assassinar a esposa dentro do apartamento do casal, na região central de São Paulo. Ele tentou simular uma cena de suicídio.
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