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"textContent": "\nO ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (27) um recurso do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacellar, para suspender a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassou o mandato dele e o tornou inelegível. Moraes proíbe sobrevoo de drones perto da casa de Bolsonaro, em Brasília Fachin nega pedido da CPI e mantém veto à quebra de sigilos de empresa ligada à família de Toffoli No pedido, os advogados de Bacellar argumentaram que a cassação do mandato teria violado princípios constitucionais como a isonomia, o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Ao analisar o caso, o ministro Cristiano Zanin afirmou que o pedido não preenchia os requisitos legais para a concessão da medida cautelar. E destacou que a decisão ainda pode ser revista no âmbito do TSE, de modo que o recurso ao Supremo seria prematuro. Bacellar e Castro foram condenados no TSE por um esquema de contratação irregular de funcionários fantasmas via Ceperj, uma fundação do Rio, e via Uerj, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Essas pessoas atuaram como cabos eleitorais. O Ministério Público Eleitoral levantou cerca de 27,6 mil contratações que teriam sido viabilizadas nesse contexto, com gasto estimado em R$ 248 milhões. Rodrigo Bacellar é preso pela segunda vez no Rio Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Thiago Lontra/Alerj O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacellar, do União Brasil, também voltou a ser preso pela Polícia Federal nessa sexta-feira (27), em cumprimento de um mandado expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Ele estava em casa, em Teresópolis, e foi encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro. Os agentes também cumpriram um mandado de busca e apreensão. O ex-presidente da Alerj já tinha sido preso em dezembro, em uma investigação que apurava o suposto vazamento de uma operação contra o Comando Vermelho, que prendeu o ex-deputado TH Joias, em setembro do ano passado. No entanto, Bacellar foi solto dias depois por decisão dos colegas deputados, que têm essa prerrogativa, e passou a responder ao processo em liberdade.",
"title": "Zanin nega recurso de Bacellar e mantém cassação e inelegibilidade"
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