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  "textContent": "\nA CPMI do INSS rejeitou o relatório final dos trabalhos que indiciava mais de 200 pessoas. Após sessão de mais de 15 horas, o texto foi vetado por 19 votos a 12. Com isso, o colegiado chegou ao fim sem ter um documento formal. O parecer do deputado Alfredo Gaspar recomendava o indiciamento de parlamentares, ex-ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Do outro lado, governistas defendiam que a Comissão analisasse um texto alternativo, apresentado nessa sexta-feira (27). O documento recomendava o indiciamento de 130 pessoas, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. No entanto, o presidente da CPMI, Carlos Viana, encerrou a sessão sem analisar o relatório do governo. Após o encerramento da sessão, Viana acrescentou que uma cópia do texto será enviada para todos os órgãos de fiscalização. O líder do governo na CPMI, Paulo Pimenta, afirmou que a base foi impedida de fazer com que a Comissão concluísse os trabalhos. O clima tenso entre ambos os lados, marcou a sessão dessa sexta-feira (27). Em determinado momento, o deputado Lindbergh Farias chamou o relator, Alfredo Gaspar, de estuprador. Em resposta, o petista foi acusado de ser um bandido, criminoso e cafetão. Gaspar anunciou que deve processar Lindbergh e acionar o Conselho de Ética pela discussão protagonizada pelos dois. O presidente da Comissão considerou a declaração do petista como grave e ameaçou o retirar da sala. Viana pediu respeito e retomou a palavra para Gaspar, sem que Lindbergh fosse obrigado a sair do local. O embate começou após Lindbergh questionar declarações de Gaspar. A equipe do petista também avalia possíveis medidas jurídicas. A CPMI do INSS foi criada para apurar suspeitas de descontos irregulares aplicados a benefícios previdenciários, especialmente por entidades associativas. O requerimento para a criação da Comissão foi apresentado em 2025, após investigações da PF e da Controladoria-Geral da União apontarem um esquema bilionário de cobranças indevidas. Ouça os destaques do Jornal da CBN:",
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