{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreibjwc642jdse5ekbicrxmmo2inhhp3xh3jbqzbvxqob5krm5idvxi",
"uri": "at://did:plc:ozyukmutyreglxifxuzagnly/app.bsky.feed.post/3mhts3sz25mn2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreiefp4pfhjsjm3kbckg3d34lm3iaesvci3yvzgsrc7qdxappc7zqvq"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 150504
},
"path": "/politica/noticia/2026/03/24/senado-aprova-projeto-que-equipara-misoginia-ao-crime-de-racismo.ghtml",
"publishedAt": "2026-03-24T22:14:16.000Z",
"site": "https://cbn.globo.com",
"tags": [
"cbn"
],
"textContent": "\nO Senado aprovou nesta terça-feira (24) o projeto de lei que equipara a misoginia, caracterizada como ódio ou aversão às mulheres, ao racismo. O texto prevê penas de dois anos de prisão para o crime de injúria e de um ano para casos de discriminação ou incitação à misoginia. O regime, nesses casos, é inicialmente fechado. A proposta, aprovada no plenário da Casa, segue agora para análise da Câmara dos Deputados. Com a mudança, a misoginia passará a ser enquadrada na Lei do Racismo — ponto que gerou resistência de parte dos parlamentares, que defendiam a inclusão do tema no Código Penal. O projeto também explicita que o juiz deverá considerar como discriminatória qualquer atitude ou tratamento dirigido a uma pessoa ou a grupos minoritários que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida — e que não seria dispensado a outros grupos em razão de cor, etnia, religião, procedência nacional ou condição de mulher.",
"title": "Senado aprova projeto que equipara misoginia ao crime de racismo"
}