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  "textContent": "\nO presidente norte-americano, Donald Trump, foi questionado nesta terça-feira (24) sobre o envio de seu principal assessor, Jared Kushner, e do enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, para negociações diretas com o Irã. Trump explicou que ambos os enviados estão em negociações 'neste momento', juntamente com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. Ele afirma que o Irã \"gostaria de fazer um acordo... e quem não gostaria se estivesse lá?\" Trump afirmou ainda que a marinha, a força aérea e as comunicações do Irã 'desapareceram', e o fato de não conseguirem se comunicar representa 'o maior problema'. Reprovação de Donald Trump atinge maior índice desde retorno à Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou ao menor nível de aprovação desde o retorno do republicano à Casa Branca. De acordo com uma pesquisa da agência de notícias Reuters, 62% dos americanos reprovam a gestão Trump, enquanto 36% apoiam. A queda de popularidade está diretamente ligada à guerra conjunta com Israel contra o Irã. Os principais motivos citados pela agência são o conflito em si e a alta dos combustíveis causada por ele. Foram entrevistados quase 1300 adultos americanos por todo o país. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. A pesquisa foi divulgada pouco depois do The Wall Street Journal noticiar que o Pentágono planeja enviar três mil soldados para a guerra no Oriente Médio, de acordo com fontes militares. Esses oficiais fazem parte de um esquadrão de elite especializado em ataques com paraquedas e abririam as possibilidades para a realização de invasões por terra. Enquanto isso, o Irã intensificou os ataques contra outras nações no Oriente Médio, atingindo Israel, Kuwait, Bahrain e a Arábia Saudita nesta terça-feira (24). No mesmo dia, pela primeira vez, um míssil do Irã foi interceptado em espaço aéreo libanês. O Líbano deu até o domingo (29) para que o recém-nomeado embaixador iraniano deixe o país. Beirute acusa a Guarda Revolucionária do Irã de dirigir as operações do movimento libanês Hezbollah contra Israel, arrastando o país para a guerra no Oriente Médio. O Hezbollah condenou a expulsão. Em Israel, o ministro da Defesa disse que o país vai assumir o controle de territórios no sul do Líbano e criar uma \"zona de segurança\". As declarações foram feitas após o exército israelense derrubar pontes sobre o rio Litani. Segundo ele, as estruturas eram utilizadas pelo Hezbollah. O grupo, por sua vez, disse que vai combater a ocupação, e chamou a possível operação de \"um risco existencial\" para o Líbano como um Estado. Além disso, um grupo de 22 países composto por membros da Otan e aliados do Oriente Médio, da Ásia e da Oceania está preparando uma \"iniciativa\" para reabrir o Estreito de Ormuz, importante rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial e que segue bloqueada pelas forças iranianas. O secretário-geral da Otan disse que o objetivo é \"assegurar\" a navegação segura e livre de navios, mas não explicou como essa abertura aconteceria na prática. Existe o risco de que a presença militar de mais países na região cause escaladas na guerra. Hoje, o petróleo voltou a subir. O barril do tipo Brent, referência para o preço da commoditie no mercado internacional, voltou a variar, agora chegando aos 100 dólares, uma alta de 4.46%.",
  "title": "Trump afirma que JD Vance e Marco Rubio estão comandando negociações com Irã"
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