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"publishedAt": "2026-03-20T15:07:46.000Z",
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"textContent": "\nO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (20) em um evento na Casa Branca que o Irã 'não tem mais uma marinha'. A afirmação ecoa com os comentários dessa quinta-feira (19) do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, dizendo que a marinha iraniana estava 'no fundo do mar'. Trump defendeu que os EUA estão indo 'extremamente bem' na guerra. Segundo o republicano, foram 58 navios afundados em dois dias. 'Não vamos deixar que eles tenham armas nucleares, porque se as tivessem, as usariam, e não vamos deixar isso acontecer. Isso já deveria ter sido feito há muito tempo por outros presidentes', continuou. Trump ainda afirmou que 'não há comparação' do poderio militar dos dois países. Os iranianos 'tinham muitos recursos excelentes — russos, chineses, tinham muito dinheiro — mas eram inúteis contra os nossos recursos', completou o presidente americano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta sexta-feira (20) em uma publicação na rede social Truth Social a falta de apoio de aliados da OTAN a guerra que o país trava com Israel contra o Irã no Oriente Médio. Trump chamou esses países, alguns aliados de muitos anos dos EUA, de 'covardes'. 'Sem os EUA, a OTAN é um tigre de papel! Covardes, e nós nos lembraremos!', declarou. 'Eles não quiseram se juntar à luta para impedir um Irã com energia nuclear, reclamam dos altos preços do petróleo, mas não querem ajudar a abrir o Estreito de Ormuz'. Nessa quinta-feira (19), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que países de todo o mundo, incluindo 'aliados ingratos' na Europa, deveriam agradecer a Trump por intervir no Irã. Trump vem criticando as nações europeias depois que elas rejeitaram suas exigências de enviar navios de guerra para escoltar petroleiros através do estreito. Muitos líderes disseram que poderiam estar dispostos a se juntar a uma coalizão para patrulhar a região em disputa assim que as hostilidades cessarem. Nesta terça-feira (17), os Estados Unidos disseram ter utilizado bombas de penetração profunda contra baterias antinavios do Irã ao longo do Estreito de Ormuz. O objetivo dos americanos é reabrir o local, que Teerã mantém fechado desde o início da guerra. O estreito é uma passagem controlada pelos iranianos por onde escoa cerca de 20% do petróleo mundial. Desde que foi atacado, o Irã fechou a via, bloqueando o avanço de petroleiros, o que elevou o preço da commodity nos mercados internacionais. O presidente americano, Donald Trump, afirmou nessa terça que 'não vai demorar muito' para que os navios possam atravessar o Estreito. Segundo ele, a Otan está 'cometendo um erro muito tolo' ao não querer ajudar os americanos na guerra contra o Irã e no desbloqueio da passagem marítima. Países da Ásia e da Europa recusaram o pedido para apoiar uma operação. Trump disse que poderia ter pressionado os aliados, mas que não precisa de ajuda. Questionado sobre o aumento dos preços em consequência do conflito, Trump disse que o objetivo é impedir que 'lunáticos' tenham armas nucleares. Ele prometeu que o valor do barril de petróleo vai cair em breve, com o fim da guerra. EUA oferecem recompensas de até R$ 53 milhões por informações sobre alto escalão da Guarda iraniana Recompensa de informações da Guarda Revolucionária do Irã. Reprodução O programa de Recompensas por Justiça do Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (20) que está oferecendo recompensas de até US$ 10 milhões (cerca de R$ 53 milhões) por informações sobre diversas figuras do alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã. Além disso, o texto divulgado nas redes sociais ainda incentiva a população a enviar denúncias contra os membros. 'Mais cinco chances para enviar uma denúncia. Nos envie informações sobre esses líderes terroristas iranianos. Isso pode torná-lo elegível para uma recompensa e realocação'. Um cartaz compartilhado pelo programa mencionava Ahmad Vahidi, identificado como comandante da Guarda Revolucionária do Irã; Ali Abdollahi, chefe do Quartel-General Central da Guarda; Sa'id Aghajani, comandante de UAV na força aeroespacial da Guarda Revolucionária; Hamidreza Lashgarian, chefe do comando cibernético eletrônico da Guarda Revolucionária; e Majid Khademi, comandante do escritório de inteligência da Guarda Revolucionária. O governo dos Estados Unidos está enviando mais três navios de guerra e milhares de fuzileiros navais para o Oriente Médio. A informação é do jornal Wall Street Journal citando fontes do Pentágono. A reportagem destaca que entre 2,2 mil e 2,5 mil fuzileiros navais estão a caminho do Comando Central dos EUA, responsável pelas forças militares americanas no Oriente Médio.",
"title": "Trump afirma que Irã possuía armas chinesas e russas, mas que foram 'inúteis' contra os EUA"
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