Defesa de Bolsonaro tem novo pedido de prisão domiciliar humanitária negado
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March 2, 2026
O ministro Alexandre de Moraes negou nesta segunda-feira (2) o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os advogados alegaram que ele tem quadro clínico complexo, com várias comorbidades, e pediram a conversão da pena para casa. Na decisão, Moraes afirmou que relatórios da unidade prisional apontam “plena garantia da dignidade da pessoa humana”, com atendimento médico contínuo, sessões de fisioterapia, atividades físicas e assistência religiosa. O texto também registra visitas frequentes da esposa, filhos, enteada, advogados e outras pessoas autorizadas. Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira participam de ato da direita na av. Paulista Em discurso na av. Paulista, Flávio Bolsonaro critica STF, mas não cita ministros nominalmente Nunes não descarta nome de centro para segunda vaga ao Senado O ministro destacou ainda que o ambiente prisional é “totalmente adequado às necessidades médicas do apenado". Segundo o relator, os reiterados descumprimentos das medidas cautelares e os atos concretos de tentativa de fuga, inclusive com o rompimento do monitoramento eletrônico, justificam a permanência de Bolsonaro na Papudinha. Para Moraes, as condições são plenamente satisfatórias para o cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses de prisão.
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