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Albert Einstein: 'Para o Brasil, ter um de seus hospitais entre melhores do mundo é avanço', diz presidente da sociedade

CBN | As principais notícias do Brasil e do Mundo [Unofficial] March 2, 2026
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Sete hospitais brasileiros entraram na lista de melhores do mundo, no World’s Best Hospitals 2026. O Hospital Israelita Albert Einstein foi o mais bem colocado da América Latina. Em entrevista ao CBN São Paulo, Sidney Klajner, Presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, fala sobre a conquista. O Einstein ficou na 16ª colocação, em levantamento que considera quatro parâmetros: recomendação de especialistas médicos, métricas de qualidade hospitalar, dados sobre a experiência dos pacientes e inquérito de implementação de medidas de resultados relatados pelo paciente. Sidney Klajner falou sobre o que significa para o Brasil ter um dos seus hospitais entre os melhores do mundo, sendo na sua visão "um avanço" ao se falar saúde "como algo que envolve não somente assistência, mas assistência integrada, e a capacidade de formar profissionais de saúde e se inserir no ambiente da inovação e da pesquisa". "O Einstein tem feito isso ao longo do tempo, como um sistema integrado que procura no exercício do propósito maior, que é de entregar vidas mais saudáveis a um número cada vez maior de seres humanos, promovendo equidade através de recursos que envolvem expertise, o recurso humano, que envolve humanização, mas também o envolvimento de tecnologia. Com isso, o Brasil, que obviamente desponta com mais hospitais que fazem parte, pelo menos na lista dos 200 melhores hospitais, como um importante participante nesse cenário da melhor saúde no mundo." Sidney Klajner explica que, apesar de o hospital ser privado, tem impacto na saúde pública. "Tudo que nós fazemos dentro do nosso hospital privado no Morumbi, nós procuramos escalar a fim de atingir um número cada vez maior de pessoas. Isso envolve parcerias com o ente público através de relações com o município, gerindo dois hospitais", diz. "Hoje a gente pode falar que o número de cirurgias, o número de atendimentos de urgência, o número de leitos é maior no setor público do que no setor privado. No setor público, hoje, somando os nove hospitais por nós geridos, a gente tem 2.100 leitos, enquanto que no setor privado a gente tem menos de 900, contando o hospital privado em Goiânia e também em São Paulo." "Fora isso, hoje são 35 unidades entre AMAS, UBSs e nove hospitais, três deles do estado e em alguns outros estados em que a gente consegue fazer a escala, gerindo hospitais e impactando um número cada vez maior de pessoas, tanto aqueles que necessitam dos serviços de saúde ou do atendimento à saúde, ampliando o acesso, como ao impacto que a gente faz nas comunidades ao redor desses hospitais que a gente maneja", afirma o presidente da Sociedade.

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