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"publishedAt": "2026-03-02T15:04:50.000Z",
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"textContent": "\nO presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta segunda-feira (2) que ordenou o aumento no número de ogivas nucleares no arsenal do país após o ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. A afirmação foi feita durante um discurso oficial na cidade de Brest. 'Não divulgaremos mais dados sobre nosso arsenal nuclear, ao contrário do que pode ter acontecido no passado', continuou. A dissuasão nuclear exige 'estrita suficiência', ou seja, um número necessário de ogivas e mísseis, mas sem excessos, afirmou o presidente. Segundo a imprensa francesa, nos últimos anos, o país reduziu o tamanho de seu arsenal, que agora conta com menos de 300 armas nucleares. A França afirmou nesta segunda-feira (2) que está 'pronta para participar' da defesa dos países do Golfo, anunciou o ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, em conferência de imprensa. O ministro expressou o 'total apoio e solidariedade' de Paris aos 'países amigos que foram deliberadamente alvejados por mísseis e drones da Guarda Revolucionária e arrastados para uma guerra que não escolheram'. Explosão no Irã após ataque dos EUA e de Israel. ATTA KENARE / AFP Ele citou os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, o Catar, o Iraque, o Bahrein, Omã, o Kuwait e a Jordânia. Segundo o ministro, no entanto, os ataques 'unilaterais' de Israel e dos EUA no Irã deveriam ter sido debatidos nos órgãos coletivos criados exatamente para esse fim, como as Nações Unidas. 'Todos poderiam ter assumido suas responsabilidades, porque é somente comparecendo perante o Conselho de Segurança (das Nações Unidas) que o uso da força pode adquirir a legitimidade necessária' Por outro lado, o Reino Unido reafirmou nesta segunda-feira (2) que não está em guerra com o Irã, mesmo após um ataque com drones iranianos a uma base militar britânica no Chipre. A fala foi do ministro para o Oriente Médio, Hamish Falconer. Em entrevista à BBC Radio, ele disse que um 'drone não tripulado' atingiu a pista da base aérea da RAF em Akrotiri e causou 'danos relativamente limitados'. Mas, ao ser questionado se o Reino Unido estava em guerra, ele respondeu: 'O Reino Unido não está em guerra'. 'Para que fique bem claro, o Reino Unido tomou a decisão deliberada de não participar da primeira onda de ataques conduzidos pelos governos dos Estados Unidos e de Israel. Mas, diante dos ataques imprudentes do Irã contra uma série de aliados na região e em resposta aos pedidos desses aliados do Golfo… tomamos a decisão, como o primeiro-ministro anunciou, de apoiar o pedido dos EUA para usar nossas bases a fim de realizar ações defensivas'. 'Há lançamentos de mísseis balísticos no Irã, apontados para o Golfo, e é vital que esses lançamentos sejam neutralizados diante desses ataques completamente imprudentes', completou. Ataque dos EUA e de Israel contra o Irã AHMAD GHARABLI / AFP",
"title": "Após início de guerra no Irã, Macron anuncia que ordenou aumento de número de ogivas nucleares na França"
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