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  "publishedAt": "2026-02-28T23:25:44.000Z",
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  "textContent": "\nO Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas se reúne neste sábado (28) após os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Segundo o presidente norte-americano, o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, morreu na ofensiva. Durante a sessão, o embaixador iraniano na ONU, Amir-Saeid Iravani, classificou a ofensiva como um “crime injustificável” e afirmou que a resposta de Teerã é um exercício legítimo do direito de autodefesa. Relembre a trajetória de Ali Khamenei, líder supremo do Irã por mais de três décadas Segundo o diplomata, a reação iraniana está amparada pela Carta da ONU e continuará “pelo tempo que for necessário” enquanto houver agressões. “O governo americano hostil sonha em engolir o Irã e forçar a República Islâmica a se submeter. Isso nunca irá acontecer”, declarou Iravani, acrescentando que Estados Unidos e Israel “violam a lei internacional” e devem ser responsabilizados. O representante iraniano também criticou a presença de bases militares norte-americanas em países vizinhos e acusou Washington de traição, ao realizar o ataque enquanto ainda ocorriam negociações sobre o programa nuclear iraniano. Segundo ele, o país não cederá às pressões externas. O embaixador de Israel na ONU também se manifestou, de forma breve. A sessão segue com discursos de outros representantes. Brasil mantém boa relação com o Irã e não há motivos para interferir, explica ex-embaixador Reações e novas declarações Em paralelo, autoridades iranianas reforçaram o tom de enfrentamento. O secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que Estados Unidos e Israel “vão se arrepender” das ações e que os “soldados do Irã darão uma lição aos agressores”. Já o príncipe herdeiro Reza Pahlavi, filho do último Xá deposto pela Revolução Islâmica de 1979, publicou na rede social X que a República Islâmica “chegou ao fim de fato” e “vai para o lixo da história”. Pahlavi tem ganhado visibilidade nos últimos meses em meio a protestos contra o regime. Qual seria a capacidade do Irã em responder aos ataques? Entenda Comemorações e restrições Agências internacionais relatam comemorações em ruas de Teerã, mas as informações ainda são consideradas preliminares. A imprensa é fortemente controlada no país e a internet foi cortada desde o início dos ataques, dificultando a verificação independente dos relatos. Também há registros de celebrações em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde vive a maior comunidade iraniana fora do Irã, estimada em cerca de meio milhão de pessoas. Manifestantes exibiram bandeiras anteriores à Revolução de 1979, em referência ao regime dos xás.",
  "title": "Irã acusa EUA e Israel de 'crime injustificável' em sessão do Conselho de Segurança da ONU"
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