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  "textContent": "\nEntidades de servidores reagiram após revelação de que dados vazados de ministros do Supremo e familiares podem ter relação com terceirizados. A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil soltou nota pressionando pelo levantamento das medidas cautelares impostas por decisão do ministro Alexandre de Moraes a um auditor que foi alvo de operação suspeito de acessar esses dados sigilosos. Isso ocorreu após a publicação da colunista da CBN e O Globo Malu Gaspar de que em depoimento dado à própria Receita, um vigilante terceirizado e um atendente cedido pelo Serpro que atuavam na agência de Laranjeiras, Zona Sul do Rio, admitiram ter vendido a declaração de imposto de renda dos advogados Viviane Barci de Moraes e Rodrigo Fux para terceiros ao preço de R$ 250,00 por CPF. Desse valor, R$ 150,00 ficavam para os servidores e R$ 100,00 para o atendente. A Unafisco afirmou que após dias de insinuações graves e exposição pública de um auditor fiscal com nome, imagem e reputação colocados em cheque, o que se tem até agora é informação de que o caso investigado envolve a venda irregular de dados por funcionários terceirizados e não um esquema estruturado de vazamento de dados. Para a entidade, isso é sem dúvida muito grave e, se confirmado, mancha a imagem da Receita Federal como guardiã do sigilo fiscal dos contribuintes. Já a Receita informou que o funcionário cedido pelo Serpro retornou à empresa pública e que uma representação foi aberta na corregidoria. O vigilante foi devolvido para a empresa terceirizada no último dia 20. O Fisco também afirmou ter prestado as informações exclusivamente no âmbito do processo judicial sigiloso. Quem também se manifestou foi o Serpro, que afirmou que ao ser devolvido administrativamente à empresa, o funcionário encontra-se afastado, sem qualquer acesso físico ou digital às dependências e aos sistemas do Serpro. A empresa afirmou também que aguarda o retorno dos órgãos competentes para a adoção das medidas cabíveis.",
  "title": "Servidores reagem após revelação de que dados vazados de ministros do STF podem ter relação com terceirizados"
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