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  "textContent": "\nUm veto da Hungria bloqueia a adoção de novas sanções da União Europeia contra a Rússia, às vésperas do quarto aniversário da invasão da Ucrânia. O vigésimo pacote de retaliações da UE contra Moscou está em discussão nesta segunda-feira (23), durante reunião de ministros das Relações Exteriores do bloco em Bruxelas. Putin já iniciou a terceira guerra mundial, diz Zelensky Roraimense enganado, carioca voluntário: os brasileiros no front em 4 anos de guerra entre Rússia e Ucrânia O governo da Hungria, liderado pelo primeiro-ministro nacionalista Viktor Orbán, já havia sinalizado no domingo (22) que bloquearia a medida, em protesto contra a interrupção pela Ucrânia de um oleoduto que transportava petróleo russo ao país. Segundo Kiev, a estrutura que atravessa o território ucraniano foi danificada em janeiro durante ataques da Rússia. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, confirmou no início da reunião de chanceleres que há dificuldades para aprovar o novo pacote de sanções antes do quarto aniversário da guerra. A nova rodada de sanções teria como alvo principal os setores bancário e energético da Rússia. Apesar da oposição da Hungria, o presidente da França, Emmanuel Macron, pediu nesta segunda-feira (23) que a União Europeia mantenha a pressão sobre Moscou e adote o vigésimo pacote de medidas, que seguirá em debate nos próximos dias. Enquanto isso, ataques russos continuam sendo registrados diariamente na Ucrânia e deixaram três mortos nas regiões de Zaporizhzhya, no centro do país, e Odessa, no sul, também nesta segunda (23). Na noite de domingo (22), cerca de 50 mísseis e centenas de drones foram lançados contra a capital Kiev, deixando ao menos um morto. De acordo com relatório da Missão de Monitoramento dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia, divulgado no início de janeiro, quase 15 mil civis ucranianos morreram e 4.600 ficaram feridos desde o início da invasão em larga escala pela Rússia, em 24 de fevereiro de 2022.",
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