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  "publishedAt": "2026-02-13T18:16:05.000Z",
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  "textContent": "\nA Procuradoria-Geral da República apresentou nesta sexta-feira (13) uma denúncia contra os delegados da Polícia Civil do Rio Rivaldo, Barbosa de Araújo, Giniton Lages e Marco Antônio de Barros, pelos crimes de associação criminosa e obstrução de Justiça no caso de assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. As acusações se referem a um suposto esquema para atrapalhar as investigações. A denúncia foi apresentada pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand, e foi protocolada no Supremo Tribunal Federal. Segundo o MPF, os delegados atuaram para \"garantir a impunidade de crimes de homicídio praticados por organizações criminosas, por meio de obstrução às investigações\". De acordo com o procurador, o grupo agia de forma padronizada com ocultação de provas, incriminação de inocentes, testemunhos falsos, diligências inócuas, desaparecimento de provas e \"teria se aproveitado de um contexto de \"mercantilização de homicídios existente no Estado\". O delegado Rivaldo Barbosa era chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro na época do crime. Já os delegados Lages e Barros, atuaram na investigação do caso. A denúncia destaca que Rivaldo, na função de diretor da Divisão de Homicídios da Polícia, aderiu previamente ao plano do assassinato da vereadora, assumindo o compromisso de garantir impunidade aos autores do crime. O vice-procurador geral da República pediu a condenação do trio por crimes de associação criminosa, obstrução de Justiça e a manutenção das medidas cautelares contra eles, além da perda do cargo público e a indenização por dano moral coletivo.",
  "title": "PGR denuncia delegados do Rio por associação criminosa e obstrução de Justiça no caso Marielle"
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