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  "textContent": "\nOs três sócios da academia C4 Gym prestam depoimento nesta quarta-feira (11) em uma delegacia da Zona Leste de São Paulo sobre o caso de intoxicação por gás tóxico que matou uma mulher em uma das unidades da rede. Entre os ouvidos está o empresário Celso Bertolo, que teria conversado com o manobrista Severino José da Silva, responsável pela manutenção da piscina onde ocorreu o episódio. À polícia, Severino afirmou que tentou contato com um dos proprietários ao perceber que frequentadores passavam mal, mas só recebeu resposta quando a academia já estava vazia. Segundo o depoimento, o proprietário respondeu apenas: “paciência”. Em entrevista à TV Globo, um ex-professor de natação da academia afirmou que o local enfrentava problemas recorrentes no tratamento da água da piscina. Ele trabalhou na unidade por três meses em 2024 e relatou que era comum sentir irritação na pele e dificuldade para respirar por causa de um cheiro forte — não apenas de cloro, mas de outra substância não identificada. Segundo ele, ao menos uma aula chegou a ser interrompida devido ao odor. As unidades da C4 Gym passam por fiscalização da Vigilância Sanitária. O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito para apurar possível ausência de licenças de funcionamento e do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros em academias da rede. De acordo com o site da empresa, a C4 Gym possui dez unidades — nove nas zonas Leste e Norte da capital e uma em Americana, no interior. Duas contam com piscina: a unidade interditada no Parque São Lucas e outra em Santana. A piscina onde ocorreu o caso fica no subsolo e está fechada para manutenção, segundo comunicado enviado aos alunos. Uma recepcionista informou à CBN que será realizada obra na tubulação para melhorar a circulação de ar. Agentes da Vigilância Sanitária permaneceram por mais de uma hora no local, colheram informações e registraram imagens para relatório. A unidade não foi interditada. Até o momento, sete pessoas apresentam suspeita de intoxicação. Três seguem internadas. Entre elas está Vinícius de Oliveira, marido de Juliana Faustino — vítima que morreu após inalar o gás. Ele estava com a esposa no momento do incidente e permanece em estado grave, mas com evolução positiva. Segundo familiares, está acordado, consciente, foi extubado e já foi informado sobre o ocorrido.",
  "title": "Sócios de academia depõem sobre caso de intoxicação por gás tóxico que matou mulher em SP"
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