{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreid47m3jgpzfg5n67bvgwtan7qptm4b7kvztfk4bkaur5g4mveynz4",
    "uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mpro7v6fcge2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreibwdzabnfukikcsvzuvhmgphgi5la7qkumm3w4ciiuaf4fcual23m"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 221165
  },
  "path": "/brasil/alexandre-de-moraes-decide-manter-bolsonaro-em-prisao-domiciliar-315350",
  "publishedAt": "2026-07-03T21:24:06.000Z",
  "site": "https://tribunaonline.com.br",
  "tags": [
    "Brasil"
  ],
  "textContent": "Bolsonaro continuará sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (3) prorrogar o prazo da prisão domiciliar concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro.Bolsonaro continuará sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica e só poderá receber visitas com autorização do ministro, que é relator do caso.O ex-presidente também está proibido de usar celular e acessar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros, além de gravar vídeos para a internet. Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal vão fazer a segurança da casa para evitar fuga.No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária por 90 dias. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana.O prazo de 90 dias começou a contar no dia 27 de março e terminou em 25 de maio.ArmasMoraes também determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão de dez pistolas e espingardas que estão registradas em nome do ex-presidente.A defesa terá prazo de 48 horas para entregar o armamento à Polícia Federal (PF).A decisão foi motivada pela repercussão do caso da apreensão de uma arma com um dos seus seguranças particulares.Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente, por entender que a arma está legalizada e que Bolsonaro não cometeu nenhum crime, o ministro entendeu que as armas devem ser apreendidas.\"O descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária temporária ou de qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e ao retorno imediato ao regime fechado\", ressaltou Moraes.Falta graveMoraes também reconheceu que Bolsonaro não cometeu falta grave relacionada com a apreensão da arma com seu segurança. A falta grave poderia permitir o retorno do ex-presidente para o presídio da Papudinha, em Brasília, em regime fechado.\"Inexistindo a prática de qualquer falta grave durante o período em que o custodiado encontra-se em prisão domiciliar humanitária, não permanecem presentes os fatores impeditivos indicados\", argumentou.Moraes não fixou um prazo para o término da prisão domiciliar.",
  "title": "Alexandre de Moraes decide manter Bolsonaro em prisão domiciliar"
}