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  "publishedAt": "2026-06-11T13:11:11.000Z",
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    "Convergência"
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  "textContent": "Tasso Lugon | Foto: Divulgação Nos últimos anos, vimos uma sucessão de tecnologias sendo apontadas como capazes de transformar completamente a forma como vivemos e trabalhamos. Algumas entregaram exatamente o que prometiam. Outras seguiram caminhos diferentes daqueles imaginados pelos especialistas.Isso faz parte da própria história da inovação. Há pouco tempo, por exemplo, o mercado discutia intensamente ambientes virtuais imersivos e novas formas de interação digital. Hoje, o centro das atenções está na inteligência artificial, que já influencia desde atividades simples do dia a dia até processos complexos dentro das empresas.Mas existe uma reflexão mais importante do que tentar descobrir qual será a próxima tendência tecnológica. A verdadeira questão é entender como pessoas e organizações se adaptam às mudanças. A velocidade das transformações nunca foi tão alta. Novas ferramentas surgem constantemente, modelos de negócio são reinventados e profissões passam por processos de atualização cada vez mais rápidos.Nesse cenário, conhecimento técnico continua sendo importante, mas a capacidade de aprender, desaprender e reaprender tornou-se um diferencial valioso.A inteligência artificial é um exemplo claro desse movimento. Em poucos anos, deixou de ser um tema restrito a especialistas para fazer parte da rotina de empresas, estudantes e profissionais de diferentes áreas. O impacto vai muito além da tecnologia em si. Estamos falando de produtividade, eficiência, acesso à informação e novas formas de resolver problemas.Ao mesmo tempo, a história mostra que nenhuma inovação, por mais avançada que seja, substitui aquilo que continua sendo essencial: pensamento crítico, criatividade, capacidade de adaptação e tomada de decisão.Por isso, o debate não deve se limitar à tecnologia que está em evidência no momento. O foco precisa estar em como utilizamos essas ferramentas para gerar valor, melhorar processos e criar oportunidades.No setor financeiro, essa realidade é cada vez mais evidente. A transformação digital elevou as expectativas dos clientes, aumentou a concorrência e acelerou a necessidade de inovação. O que antes era considerado um diferencial rapidamente passa a ser uma exigência básica.O mesmo acontece em diversos outros setores da economia. A tecnologia continuará evoluindo. Novas soluções surgirão e outras perderão espaço. Essa dinâmica é natural e faz parte do progresso.O que permanece como diferencial competitivo, para empresas e profissionais, é a capacidade de acompanhar essas mudanças sem perder de vista aquilo que realmente importa: gerar valor para as pessoas.No fim das contas, mais importante do que prever o futuro é estar preparado para evoluir com ele.",
  "title": "A tecnologia muda. A adaptação continua sendo o diferencial"
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