{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreiejbywwlrjzl4o6omycapqomveyoafsnhyo4zc3rn55bdrkmt3vai",
"uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mnky3wgm3zi2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreifvmpzxlq5b3b3jpkuqxbuqzcrk4zxbanuzgp62hujyr74uib3plq"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 44853
},
"path": "/esportes/copadomundo2026/grupo-d-geracao-talentosa-de-adversarios-e-obstaculo-para-os-eua-313192",
"publishedAt": "2026-06-05T17:04:47.000Z",
"site": "https://tribunaonline.com.br",
"tags": [
"Copa do Mundo 2026"
],
"textContent": "| Foto: Redação Tribuna Online Sem uma seleção capaz de monopolizar o favoritismo, o Grupo D da Copa do Mundo surge como uma das chaves mais equilibradas do torneio. Estados Unidos, Paraguai, Turquia e Austrália chegam impulsionados por gerações interessantes e talentosas, que misturam juventude, experiência e projetos em ascensão.Os Estados Unidos entram na competição impulsionados pelo fator casa. Anfitriões ao lado de México e Canadá, os norte-americanos disputam sua 12ª Copa do Mundo e tentam superar a campanha de 1994, quando foram eliminados nas oitavas de final.Sob o comando do argentino Mauricio Pochettino, a seleção aposta em uma geração consolidada no futebol europeu. Pulisic, Weston McKennie, Tyler Adams e Folarin Balogun formam a espinha dorsal de uma equipe que alia intensidade física, velocidade e experiência internacional.O apoio das arquibancadas pode ser um diferencial importante na luta pela classificação.De volta ao Mundial após 16 anos, o Paraguai chega embalado por uma campanha consistente nas Eliminatórias Sul-Americanas. A equipe dirigida por Gustavo Alfaro mantém a tradicional solidez defensiva e conta com vários jogadores conhecidos do futebol brasileiro, como Gustavo Gómez, Junior Alonso, Damián Bobadilla, Ramón Sosa e Maurício.No setor ofensivo, Julio Enciso, Miguel Almirón e Antonio Sanabria oferecem criatividade e velocidade para uma seleção que tenta repetir, ou até superar, a histórica campanha de 2010, quando alcançou as quartas de final.A Turquia aparece como uma das equipes mais interessantes da chave. Ausente das últimas edições do torneio, retorna à Copa pela primeira vez desde 2002, ano em que surpreendeu o mundo ao conquistar o terceiro lugar.Comandada por Vincenzo Montella, a seleção turca combina juventude e experiência. Arda Güler, destaque do Real Madrid, e Kenan Yildiz, da Juventus, representam a nova geração, enquanto Hakan Çalhanoglu oferece liderança e qualidade técnica. O talento ofensivo faz dos turcos fortes candidatos à classificação.Correndo por fora está a Austrália, que disputará sua sexta Copa consecutiva. Os Socceroos chegam após mais uma campanha sólida nas Eliminatórias Asiáticas e apostam na organização coletiva construída por Tony Popovic.Liderada pelo experiente Jackson Irvine e pelo criativo Riley McGree, a seleção australiana tenta repetir as boas campanhas de 2006 e 2022, quando alcançou as oitavas de final. | Foto: Redação Tribuna Online Estados Unidos: anfitriões à provaAnfitriões da Copa do Mundo ao lado de México e Canadá, os Estados Unidos chegam cercados por expectativa para realizar sua melhor campanha em décadas. Sob o comando de Mauricio Pochettino, a seleção aposta em uma geração consolidada no futebol europeu, liderada por Christian Pulisic, Weston McKennie, Tyler Adams e Folarin Balogun.Combinando intensidade física, velocidade e experiência internacional, os norte-americanos contam ainda com o apoio da torcida para buscar uma vaga no mata-mata. Sem o peso de figurar entre os favoritos ao título, os EUA aparecem como uma das principais forças do equilibrado Grupo D e candidatos a avançar de fase. PULISIC, atacante, 27 anos | Foto: REPRODUÇÃO/X Turquia: geração talentosaDe volta à Copa do Mundo após 24 anos, a Turquia chega cercada de expectativa e com potencial para ser uma das surpresas do torneio. Comandada por Vincenzo Montella, a seleção combina a experiência de Hakan Çalhanoglu com o talento da nova geração liderada por Arda Güler e Kenan Yildiz, dois dos jovens mais promissores do futebol europeu. Terceira colocada no Mundial de 2002, melhor campanha de sua história, a equipe turca aposta na qualidade técnica e na força ofensiva para voltar a fazer uma campanha relevante.Após garantir a vaga pela repescagem europeia, os turcos aparecem como fortes candidatos à classificação em um dos grupos mais equilibrados da Copa, impulsionados por um elenco talentoso e em ascensão. ARDA GULER, meia, 21 anos | Foto: Reprodução / X Paraguai: retorno com toque brasileiroDe volta à Copa do Mundo após 16 anos, o Paraguai chega credenciado por uma campanha consistente nas Eliminatórias Sul-Americanas e pela força coletiva construída por Gustavo Alfaro. A Albirroja mantém sua tradicional solidez defensiva, liderada pelo capitão Gustavo Gómez, e reúne diversos jogadores conhecidos do futebol brasileiro, como Junior Alonso, Damián Bobadilla, Ramón Sosa, Isidro Pitta e o recém-naturalizado Maurício.No ataque, Julio Enciso, Miguel Almirón e Antonio Sanabria são as principais referências técnicas. Dono de uma das melhores campanhas de sua história ao alcançar as quartas de final em 2010, o Paraguai aposta na experiência e na organização tática para voltar a ser protagonista em um grupo bastante equilibrado. Gustavo Gómez, zagueiro de 33 anos | Foto: REPRODUÇÃO/X Austrália: presença constantePresença constante nas últimas edições, a Austrália disputará seu sexto Mundial consecutivo apostando na organização coletiva e na competitividade que marcaram sua trajetória recente. Sob o comando de Tony Popovic, os Socceroos chegam após uma campanha sólida nas Eliminatórias Asiáticas e tentam repetir as boas participações de 2006 e 2022, quando alcançaram as oitavas de final.O experiente Jackson Irvine é o principal líder da equipe, contribuindo tanto na criação quanto nas bolas paradas, enquanto Riley McGree acrescenta criatividade ao meio-campo. A nova geração tem como destaque o atacante Nestory Irankunda, uma das maiores promessas do futebol australiano. Sem grandes estrelas, a Austrália aposta na disciplina tática, intensidade física e espírito coletivo. JACKSON IRVINE, meia, 33 anos | Foto: REPRODUÇÃO/X",
"title": "Grupo D: geração talentosa de adversários é obstáculo para os EUA"
}