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  "textContent": "Rubro-Negro trabalha por reforços em julho e José Boto aponta pressão por vitórias como obstáculo para usar mais jogadores da base | Foto: Gilvan de Souza/Flamengo Enquanto o elenco está de férias em meio à pausa para a Copa do Mundo, o Flamengo trabalha para reforçar a equipe para o segundo semestre. A diretoria tem três prioridades na janela que se abre um julho: um centroavante, um meia e um lateral-esquerdo.A necessidade por um jogador que possa ser o reserva imediato de Pedro vem desde o início do ano e se agravou desde que Juninho deixou o clube.O pensamento é o mesmo para buscar uma alternativa a Arrascaeta, já que Carrascal não conseguiu exercer este papel em quase um ano no rubro-negro.Já na lateral, o clube quer um jogador para se revezar com Alex Sandro, que deve renovar contrato. Ayrton Lucas passa longe de ser unanimidade.Prata da casaO lema “Craque o Flamengo faz em casa” não se aplica nas últimas temporadas, com o aumento dos investimentos em contratações de nomes de peso. Ao longo dos anos, poucos jogadores da base rubro-negra realmente se firmaram, como Evertton Araújo, que mesmo assim não é titular absoluto. E o diretor de futebol, José Boto, tem uma explicação para o pouco aproveitamento dos jovens.Para o profissional português, o nível elevado de exigência por vitórias da torcida do Flamengo inviabiliza uma maior utilização de Garotos do Ninho.Um dos exemplos dados por ele é do zagueiro João Victor, que falhou em gols nas poucas chances que teve em 2025, com Filipe Luís, e sofreu forte pressão da arquibancada.“Não é fácil. Em Portugal somos especialistas nisso. O lançar jovens jogadores tem uma série de premissas que tens de ter e não é fácil tê-las aqui no Flamengo. É paciência. São os momentos certos para lançar os jogadores e saber que o rendimento desses jovens vai oscilar muito e temos de ter paciência com eles”, explicou Boto em entrevista ao jornal português 'A Bola'.",
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