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  "publishedAt": "2026-05-24T15:00:00.000Z",
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    "Economia"
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  "textContent": "Painéis solares | Foto: Canva O Espírito Santo já conta com mais de 175 mil consumidores de energia solar, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).O Estado possui 1,2 gigawatt (GW) de geração própria de energia solar, num total de 97,7 mil sistemas operacionais em telhados, fachadas e pequenos terrenos. Do total de consumidores, 48,9 mil são empresas e indústrias.Conforme mapeamento da Absolar, o Espírito Santo está entre os 14 estados brasileiros com maior potência instalada de energia fotovoltaica para a geração própria.Apesar dos altos preços de investimento, as placas solares ainda são ferramentas que ajudam muito a economizar, segundo a presidente da Absolar, Bárbara Rubim.“Os módulos fotovoltaicos têm uma garantia de performance de 25 anos. O que isso significa? Que o consumidor vai instalar o sistema hoje e, daqui a 25 anos, aquelas placas que ele colocou no telhado dele vão gerar pelo menos 80% do que elas geravam no dia 1 da instalação do sistema”, disse.A média para implementar a energia fotovoltaica em uma residência comum é de R$ 12 mil a R$ 15 mil. Porém, segundo Bárbara, “só o que ela vai ter de economia na sua conta de luz em cerca de 3 ou 4 anos já vai mais do que pagar esse investimento que foi feito”.Representante do segmento de energia solar no Estado, Luciano Juliatti Eggert falou dos desafios que trabalhadores e empresários enfrentam, e avaliou existir potencial para o crescimento dessa matriz energética em território capixaba. Presidente da Frente Capixaba de Energia Distribuída, ele destacou que apenas 3,5% das unidades consumidoras têm acesso à energia solar, o que é muito pouco, e que, atualmente, cerca de 80% dos projetos estão sendo reprovados por inversão de fluxo.A inversão de fluxo na energia solar ocorre quando sistemas fotovoltaicos geram mais eletricidade do que o consumo local, enviando o excedente à rede elétrica e invertendo o sentido do fluxo (da residência para a rua).Eggert explicou que a adoção de iniciativas já existentes em outros estados para fomento são importantes, como a cobrança de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Verde e a adoção do crédito de carbono. “Precisamos de benefício para que continue crescendo”.",
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