{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreiaqvdsviprvmiqovglpougiff7ctxcevraoxz7bfpxmgwopayswni",
"uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mmm5pcfchxd2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreidmkqrddyilcol6au6b4qbd7r3u3ksjqj3dtffvr7vdn5r3z6gjbe"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 462944
},
"path": "/entretenimento/musica/um-time-de-peso-com-zelia-ducan-301860",
"publishedAt": "2026-05-24T09:30:00.000Z",
"site": "https://tribunaonline.com.br",
"tags": [
"Música"
],
"textContent": "Zélia: 10 inéditas e 1 regravação | Foto: Divulgação/MAURO RESTIFFE Se “Pelespírito”, de 2021, foi construído inteiramente a partir da parceria lírica entre Zélia Duncan e Juliano Holanda, o recém-lançado álbum da cantora e compositora, intitulado “Agudo Grave”, chega com um time muito maior de colaboradores.Além do nome já citado, que é coautor de “Resolvidinho”, o projeto foi criado ao lado de Ná Ozzetti (“Meu Plano”), Lenine (“Maravilha Disforme”), Zeca Baleiro (“Calmo”) e Pedro Luís (“Olhos de Cimento”).Mas o destaque vai para as participações de Alberto Continentino e Maria Beraldo. Enquanto ele ajudou a compor as letras de “E aí, IA?”, “Importante” e “Pontes no Ar”, a talentosa Maria Beraldo não só participa vocalmente e liricamente de “Voz”, como também assina a produção e os arranjos do 21º trabalho fonográfico de Zélia.Celebrando seus 45 anos de carreira na música, o álbum carrega uma sonoridade que mistura pop, folk, rock e choro-canção, e uma atmosfera introspectiva e experimental.A primeira amostra do disco foi a faixa-título, escrita pela artista carioca ao lado de Lucina, com quem trabalha desde a década de 1990. Violões de aço de Tó Brandileone se sobressaem na canção.Além das 10 inéditas, Zélia regrava “Que Tal o Impossível?”, de Itamar Assumpção, faixa que encerra o projeto.Serviço“Agudo Grave” | Foto: Divulgação Artista: Zélia DuncanFaixas: 11 Gravadora: Independente Preço: R$ 19,90 (digital)",
"title": "Um time de peso com Zélia Ducan"
}