{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreih73gwn5xqxbb6dwkh2o4mxxrqb7tjjc4rj2vyn3ncsa2chzorxma",
    "uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mmefk4nvu6r2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreifld7qx3qj6qlsssqhq75gl5uqlz2nelmf5wppmqlykahajvcmtnq"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 128179
  },
  "path": "/policia/o-guilherme-faz-falta-ele-era-alegria-diz-pai-de-musico-morto-por-ex-pm-no-es-311997",
  "publishedAt": "2026-05-21T08:04:01.000Z",
  "site": "https://tribunaonline.com.br",
  "tags": [
    "Polícia"
  ],
  "textContent": "Glício da Cruz Soares falou sobre a saudade do filho, Guilherme Rocha (foto em destaque), morto por ex-policial em Vitória | Foto: Fernanda Coutinho e Reprodução/Redes sociais O pai do músico Guilherme Rocha, o médico legista aposentado Glício da Cruz Soares, conversou com a reportagem de A Tribuna no Fórum Criminal de Vitória antes do fim do júri que condenou o réu, o ex-policial militar Lucas Torrezani de Oliveira, a 32 anos de prisão. Ele afirmou esperar que o julgamento encerre o caso, para que a família tenha a paz e a alegria deixada pelo filho.A Tribuna – O que representa este julgamento para o senhor, após três anos do crime?Glício da Cruz Soares – Estou esperando que tudo saia bem para enterrar esse processo, mas a expectativa da demora é muito desagradável. A justiça no Brasil é muito lenta. Então, a gente quer que pelo menos o processo chegue ao fim.Não me importa — eu tenho dito sempre isso — qual vai ser o final, qual vai ser a decisão, qual vai ser a pena, ou se ele não vai ser penalizado; importa que termine esse processo para a gente ter paz.Como têm sido esses anos de espera para o senhor?A gente quer ter paz, ter tranquilidade, ter alegria na nossa casa, porque o Guilherme faz falta, ele era a própria alegria. Então, nós precisamos recuperar essa alegria, mesmo com a ausência dele fisicamente, mas com a presença espiritual. Eu sou uma pessoa que creio em Deus, sou cristão, tenho uma religião e uma fé inabalável. Então, eu estou tranquilo. Só estou realmente preocupado para que isso se encerre, porque nos incomoda.O senhor ainda espera por uma condenação do réu?Não espero nada. Nesse Brasil que a gente vive, eu não espero nada. Em especial da justiça que a gente vive hoje, em que as leis são mudadas, e são muitos recursos, muitas interpretações jurídicas. Então, a gente espera que tenham bom senso e encerrem o caso.Ex-policial militar foi condenadoLucas Torrezani de Oliveira foi condenado a 32 anos de reclusão pelo assassinato do músico Guilherme José Rocha Soares, de 36 anos, durante uma discussão por causa de som alto em um condomínio em Jardim Camburi, Vitória.A sentença foi lida por volta das 23h30 dessa quarta-feira (20) e Lucas foi condenado a 30 anos por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima e a 2 anos por abuso de autoridade. Lucas também terá de pagar uma indenização de R$ 500 mil aos familiares da vítima. Ele foi demitido da Polícia Militar em 2024.",
  "title": "\"O Guilherme faz falta, ele era alegria\", diz pai de músico morto por ex-PM no ES"
}