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Governo Federal prepara mais R$ 10 bilhões em crédito para compra de caminhões

Tribuna Online | Seu portal de Notícias [Unofficial] April 15, 2026
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Crédito ampliado deve impulsionar renovação da frota de caminhões e aquecer o setor de transporte no País | Foto: Kadidja Fernandes/AT O governo federal estuda reforçar em cerca de R$ 10 bilhões o programa Move Brasil, operado pelo BNDES, e permitir o uso dos recursos para a aquisição de caminhões, bem como para ônibus.A linha de crédito lançada em janeiro já tinha R$ 10 bilhões para renovação da frota de caminhões. Caso se confirme, vai dobrar e ampliar seu escopo, dando estímulo ao setor automotivo, que tem repercussões sobre outros segmentos e capacidade de criação de novos empregos.“Fizemos o programa Move Brasil para ajudar os caminhões mais pesado, R$ 10 bilhões já acabou. Estamos trabalhando para ter outra tranche, retomou a indústria de veículos pesados, agora deve entrar também ônibus”, disse o vice-presidente Geraldo Alckmin na tarde de terça-feira (14). Alckmin: estímulo ao setor | Foto: Divulgação Análise “Positivo, mas com efeitos colaterais” Marcelo Loyola, economista e diretor da Faculdade Capixaba de Negócios (Facan) | Foto: Kadidja Fernandes/AT “O recorde de cerca de 2.700 veículos vendidos por dia em março, no Espírito Santo, sinaliza um momento favorável para a economia local, refletindo maior confiança do consumidor, melhora no acesso ao crédito e dinamismo do comércio, mesmo em tempos de juros altos.O setor automotivo tem forte efeito multiplicador, impulsionando serviços, logística e arrecadação. Há também mudanças estruturais em curso.Os veículos elétricos, ainda com participação limitada, começam a ganhar espaço e tendem a ampliar sua presença, à medida que preços se tornem mais competitivos e a infraestrutura avance. Isso pode reduzir custos de uso no longo prazo e gerar benefícios ambientais.Por outro lado, o avanço das vendas traz efeitos colaterais. Observa-se pressão sobre a mobilidade urbana, com mais congestionamentos, além de possível redução na demanda por transporte coletivo. Assim, o desafio passa a ser equilibrar crescimento econômico com planejamento urbano e políticas de mobilidade mais eficientes”.

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