{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreia4ob2dpxzhhrppbgt3gg63i2svmd6mjk6aub3yovxa32acw3mmw4",
    "uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mj4rqvaw3ce2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreifdhwwyuwasphxogoykvan4gublvtoczsi4cwoceb2qpqw55jxuxa"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 448335
  },
  "path": "/economia/mais-de-820-jovens-do-es-podem-chegar-aos-18-anos-ja-negativados-298607",
  "publishedAt": "2026-04-10T04:00:00.000Z",
  "site": "https://tribunaonline.com.br",
  "tags": [
    "Economia"
  ],
  "textContent": "Prédio da Junta Comercial | Foto: Divulgação/Governo do ES Pelo menos 823 jovens no Espírito Santo estão registrados como sócios de empresas antes mesmo de atingir a maioridade e podem chegar aos 18 anos já com dívidas no nome.O levantamento é da Junta Comercial do Estado (Jucees) e acende o alerta para uma prática comum em empresas familiares, que pode trazer dor de cabeça financeira e até problemas na Justiça logo no início da vida adulta.O advogado especialista em Direito Empresarial Diego Barros alerta que o risco é maior do que muitos pais imaginam.“Muita gente coloca o filho como sócio achando que está protegendo o patrimônio da família, mas isso pode ter o efeito contrário. Na prática, esse jovem pode assumir dívidas fiscais, trabalhistas e bancárias sem nem saber”, explica.Hoje, a legislação permite a participação de menores em empresas, desde que representados. O tema chegou ao Congresso. Autor do Projeto de Lei 4.970/2025, o deputado Helder Salomão afirma que a proposta busca coibir irregularidades e proteger os jovens.“Esses jovens acabam assumindo responsabilidades legais sem ter qualquer participação no negócio, o que pode comprometer a vida deles logo no início da fase adulta”.",
  "title": "Mais de 820 jovens do ES podem chegar aos 18 anos já negativados"
}