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"Gastronomia"
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"textContent": "Orientação é que fiquem atentos à qualidade do pescado, se apresenta manchas avermelhadas ou pontos pretos | Foto: Reprodução/Imprensa Rio Claro-SP O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária do Rio (Ivisa-Rio) dá dicas importantes para os consumidores que optarem pelo tradicional bacalhau para o almoço da Semana Santa.A orientação é que fiquem atentos à qualidade do pescado, se apresenta manchas avermelhadas ou pontos pretos, que indicam a presença de bactérias e/ou fungos. Além disso, o sal utilizado para a conservação do pescado deve ser grosso, uma vez que o fino é proibido.O consumidor também deve atenção aos peixes comercializados como bacalhau, mas que na verdade não pertencem a esta classificação. Somente as espécies Gadus morhua, conhecida no Brasil como Porto ou Porto Morhua, e Gadus macrocephalus, normalmente chamada de Portinho ou Codinho, são consideradas bacalhau legítimo.“Os pecados Saithe, Ling e Zarbo são, muitas vezes, vendidos como bacalhau e são inclusive muito consumidos entre os brasileiros. Porém, esses tipos, que costumam ter um custo mais baixo, não são considerados bacalhau e devem ser comercializados como pescado salgado ou salgado e seco”, diz a presidente da Vigilância Sanitária Municipal, Aline Borges.Para quem optar na compra do peixe fresco deve observar aparência e textura do produto: guelras avermelhadas, olhos que ocupam toda a órbita e escamas com aderência firme são bons sinais.“O consumidor só deve comprar peixes com o ventre íntegro. Quando essa parte se rompe, é um alerta de estágio avançado de alteração. Além disso, para que o peixe tenha uma validade mais extensa, é preciso tirar as vísceras antes de armazená-lo”, afirma Aline.",
"title": "Consumidor deve ficar atento à qualidade do bacalhau na Semana Santa"
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