{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreieowl6zwypnohci2zmvv4yzxfto3muu3plsqiwm4tiyqbaxutiiyq",
    "uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mijbikcstxk2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreiehj727u47hoxxjf57wsz53qanb6pem7ooldafoguivzrjxtt5xqm"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 184644
  },
  "path": "/politica/vitoria-tera-sua-1-prefeita-da-historia-297878",
  "publishedAt": "2026-04-02T09:08:04.000Z",
  "site": "https://tribunaonline.com.br",
  "tags": [
    "Política"
  ],
  "textContent": "Cris Samorini já vinha sendo preparada para o cargo e é vista como uma gestora técnica, inclusive pela oposição | Foto: Leone Iglesias — 01º/01/2025 A vice-prefeita de Vitória, Cris Samorini (PP), seguirá no cargo até o próximo sábado (4), quando assumirá a prefeitura da capital. Ela substituirá Lorenzo Pazolini (Republicanos), que anunciou nessa quarta-feira (1º) a renúncia.Com isso, Cris Samorini se tornará a primeira prefeita da história de Vitória. Nos últimos meses, ela vem se inteirando cada vez mais da gestão, enquanto Pazolini tem defendido o apoio de diferentes setores econômicos à nova prefeita após a posse.Nos bastidores, Cris já vinha sendo preparada para o cargo e é vista como uma gestora técnica e com boa capacidade de diálogo — inclusive pela oposição, segundo apuração da reportagem.A renúncia de Pazolini passa a valer a partir de sábado, embora tenha sido protocolada na quarta na Câmara de Vitória. O documento foi lido pelo presidente da Casa, Anderson Goggi (Republicanos).“Conforme o fundamento do artigo 109 da Lei Orgânica de Vitória, me dirijo ao presidente Goggi para, de forma expressa, solene, irrevogável e irretratável, apresentar minha renúncia ao cargo de prefeito, com efeitos a partir do dia 4 de abril de 2026”, escreveu.Ele acrescentou: “A decisão é formalizada em estrita observância à ordem constitucional e ao regimento jurídico aplicado à desincompatibilização para participação no pleito eleitoral”.Embora não tenha citado diretamente, a principal intenção de Pazolini é disputar o Palácio Anchieta, algo também defendido pelos seus principais aliados.A partir de sábado, será aberta a vacância do cargo, que será ocupado por Cris, com posse a ser realizada em sessão solene pela Câmara Municipal. Momentos após a leitura do documento, Pazolini confirmou seus planos durante um evento no bairro Jardim Camburi.“Vamos pedir licença à cidade por um tempo para seguir em um novo desafio e cuidar de mais pessoas. Foi uma decisão difícil, mas consultei primeiro minha mãe, que é o alicerce da nossa família. Ela me disse para seguir em frente, que Deus continuará abençoando a jornada. Entendemos que era o momento de encarar outro desafio”, afirmou.Nos próximos dias, a tendência é de que Pazolini intensifique suas agendas, sobretudo no interior do Espírito Santo.Pazolini ganha o apoio do PSDO prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos (PSD), que também preside o partido em nível estadual, era a “última peça solta” no quebra-cabeça eleitoral deste ano.O mistério, porém, acabou. Nessa quarta, após o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), ter comunicado sua renúncia, ambos se encontraram para um café da manhã, no aeroporto de Vitória. Por lá, houve a definição.Renzo chegou a acenar para o grupo do governo nos últimos meses, inclusive tendo algumas reuniões no Palácio Anchieta. Mas, a tendência era que ficasse com Lorenzo Pazolini, seguindo determinações do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab.“Tenho admiração e apreço pessoal por Ricardo Ferraço, com quem sempre tive excelente diálogo, e respeito o legado que ele e seus aliados consolidaram. Entretanto, as orientações partidárias, em alinhamento com Kassab, nos aproximam do Republicanos. Eu e Pazolini temos longa trajetória juntos. Fomos deputados no mesmo período, nos tornamos prefeitos e, lado a lado, defendemos uma nova forma de fazer gestão pública”, comunicou Renzo.",
  "title": "Vitória terá sua 1ª prefeita da história"
}