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"textContent": "Verônica Gomes: identidade | Foto: Divulgação O cenário do cinema e da produção audiovisual do Espírito cresceu nos últimos 20 anos e ganha força com projetos que mostram a identidade cultural capixaba.Quem celebra essa evolução é Verônica Gomes, produtora e atriz de teatro e cinema homenageada no 32º Festival de Cinema de Vitória, ao lado de Ney Matogrosso.“Hoje, a presença de dezenas de filmes capixabas em mostras competitivas é um sinal claro que nossa produção cresceu, em quantidade e diversidade. Mostramos a identidade capixaba, com histórias que falam das comunidades, paisagens e relações sociais. Se nos anos 2000 o cinema feito aqui era quase invisível, agora há um movimento de afirmação e identidade no Espírito Santo”, celebrou.Verônica iniciou a carreira profissional em 1987, nos palcos de teatro, e a partir dos anos 90, ingressou no cinema atuando como produtora. A artista atuou em filmes como “Queimado” (2021) e “Os Primeiros Soldados” (2022).A expansão da diversidade de gêneros narrativos é um dos fatores-chave para o fortalecimento do setor audiovisual capixaba, reforça Leandro Sherman, cineasta independente e cinegrafista.“O cinema capixaba está abrindo espaço para o público LGBTQIAPN+, para filmes de gêneros diferentes como terror, suspense e aventura, e isso ajuda o nosso setor a crescer muito. Espero que o cinema no Estado tenha cada vez mais espaço para produções diferentes”, afirmou.Cenas recriadas com IA O diretor Diego Scarparo, responsável por Bravos, A Vila do Fim do Mundo, que recria episódios históricos com apoio de inteligência artificial | Foto: Acervo Pessoal O média-metragem “Bravos, A Vila do Fim do Mundo” explora a derrota do corsário inglês Thomas Cavendish, em 1592, após tentativa de ataque a Vitória.“Mesclamos entrevistas incríveis com historiadores e professores a reconstituições de cenas históricas gravadas com atores e também recriadas por Inteligência Artificial (IA)”, explicou Diego Scarparo, diretor do filme, que será lançado este ano em plataformas de streaming. Um dos locais mostrados é o Museu de Arte Sacra de Santos (SP), que tem passagem na trama.Fique por dentro do cinema BrasileiroA presença de público em filmes brasileiros subiu de 1,4%, nos oito primeiros meses de 2023, para 11,2%, em 2025.O número de sessões ocupadas por filmes brasileiros também demonstrou crescimento: passou de 4% em 2023 para 14,1% em 2025.Um em cada 10 brasileiros que foi ao cinema até agosto de 2025 assistiu a um filme nacional.Recuperação pós-pandemiaOs dados também confirmam a recuperação do número de salas de exibição de filmes no Brasil após os prejuízos causados pela pandemia de covid-19.Até 31 de agosto do ano passado, 3.534 salas estiveram em funcionamento, número superior a todo o ano de 2019 (3.507), o último antes da pandemia.Em 2024, 3.510 era o número de salas de exibição em uso.Até 31 de agosto do ano passado, o público total foi 81,9 milhões de pessoas, contingente que se aproxima dos 12 meses de 2024 (88,1 milhões), mas é 36,6% menor do que antes da pandemia (129,1 milhões em 2019).O número de filmes lançados em 2025 (349) está distante do número total lançado em 2024 (456) e em 2019 (452).",
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