Quem é a médica que morreu durante troca de tiros entre policiais e criminosos no Rio
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March 16, 2026
RIO – A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, morreu após ser baleada durante uma abordagem policial em Cascadura, na zona norte do Rio, na noite de domingo, 15. Ginecologista, cirurgiã geral e cirurgiã oncológica, com mais de 28 anos de experiência no cuidado da saúde da mulher, Andréa desenvolveu um método, chamado de EndoPlena, para “ajudar mulheres com endometriose a entenderem a dor, buscarem diagnóstico precoce e tomarem decisões seguras sobre o tratamento”. View this post on Instagram “Fiz duas residências, cinco anos de residência. Duas de geral e duas de oncológica no Inca”, conta em um vídeo publicado nas redes sociais. Andréa era especializada no tratamento de endometriose. A Unimed Nova Iguaçu lamentou a morte da médica. “Agradecemos por sua dedicação e trabalho junto à nossa cooperativa e comunidade, sempre marcada pela dedicação à saúde suplementar e ao cooperativismo”.Como Andréa foi baleada?A PM fazia um patrulhamento quando recebeu a informação de que um veículo Corolla Cross seria responsável por roubos na região. Segundo o registro policial, os oficiais localizaram o carro, além de uma moto e um Jeep Comander. Os suspeitos teriam fugido e disparado contra os policiais, que revidaram.
Andréa Marins Dias foi baleada na noite de domingo, 15. Foto: @andreamarins via Instagram
Após a perseguição, os policiais encontraram o corpo de Andrea, com perfurações de disparos de arma de fogo, no banco do motorista de um Corolla Cross. Não há informações se o carro de Andrea era o mesmo que estava sob suspeita. A secretaria de Polícia Militar diz que, por determinação do secretário de Estado de Polícia Militar, foi instaurado um procedimento apuratório para apurar os fatos ocorridos durante a ação, que resultou na morte da vítima.1Vídeo: Paciente tenta fugir de hospital no Rio por tubulação e despenca do teto2Após prisão de ex-secretário, Paes chama cúpula do governo do Rio de ‘bandidos, delinquentes’“Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, diz a PM. Em nota, a PM diz que a Secretaria de Estado de Polícia Militar colabora integralmente com as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).O caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios (DH-Capital), que informou que “diligências estão em andamento para apurar os fatos.”
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