{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreigp3jvz3hfk54z6oa6hgkko4nrjdnq7zqnppi3ww7byf5q2ckjvaa",
    "uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mgqmg2vt3kk2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreieygfut57geda3megw3yx62yxckticleok7be4sgaiqt36egpf4di"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 381615
  },
  "path": "/politica/tse-retoma-julgamento-que-pode-cassar-governador-do-rio-de-janeiro-295044",
  "publishedAt": "2026-03-10T20:40:11.000Z",
  "site": "https://tribunaonline.com.br",
  "tags": [
    "Política"
  ],
  "textContent": "Governador do Rio de Janeiro, Claúdio Castro, é acusado por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022 |  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou há pouco o julgamento do processo que pede a cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Claúdio Castro, por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022. Em novembro do ano passado, a relatora do caso, ministra Maria Isabel Galotti, votou pela cassação de Castro, mas a análise do caso foi suspensa por um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira, que será o próximo a votar.Se o entendimento da relatora for mantido, Castro poderá ficar inelegível por oito anos, e novas eleições para o governo do estado devem ser convocadas.O voto da relatora também condenou o ex-vice-governador Thiago Pampolha, Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Ceperj, e o deputado estadual Rodrigo da Silva Bacellar (União), ex-secretário de governo.RecursoO Ministério Público Eleitoral (MPE) e a coligação do ex-deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) pretendem reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio de 2024 absolveu o governador e os outros acusados no processo que trata de supostas contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)O MPE afirmou que Castro obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários, sem amparo legal, e na descentralização de projetos sociais para enviar recursos para entidades desvinculadas da administração pública do Rio.De acordo com a acusação, a descentralização de recursos ocorreu para fomentar a contratação de 27.665 pessoas, totalizando gastos de R$ 248 milhões.DefesaAntes da suspensão do julgamento, o advogado Fernando Neves, representante de Castro, disse que o governador apenas sancionou uma lei da Assembleia Legislativa e um decreto para regulamentar a atuação da Ceperj e não pode ser responsabilizado por eventuais irregularidades.",
  "title": "TSE retoma julgamento que pode cassar governador do Rio de Janeiro"
}