{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreiastylh6pnwt2zypr5db32hciaorm4hxjdpqtumps7i4boiphov6u",
"uri": "at://did:plc:nrr6yppar26qag7p2q3rawp7/app.bsky.feed.post/3mgpe5zuf3gc2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreid6ulkmgodk7i44ufv2lnrjapbj3txnnj5w472h5jx63mag7siusy"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 437180
},
"path": "/politica/stf-julga-deputados-do-pl-por-suspeita-de-propina-em-emendas-294916",
"publishedAt": "2026-03-10T08:38:37.000Z",
"site": "https://tribunaonline.com.br",
"tags": [
"Política"
],
"textContent": "A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (10) o julgamento de dois deputados federais e um suplente do PL pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa. A sessão está prevista para começar às 9h.O colegiado vai julgar a ação penal na qual são réus os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE).Eles são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares.Além dos deputados, mais cinco pessoas ligadas aos parlamentares são réus no processo e também serão julgadas.De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os acusados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).O caso é relatado pelo ministro Cristiano Zanin. Também fazem parte da turma os ministros Flavio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.Além da sessão desta manhã, o STF marcou mais duas reuniões para analisar o caso, que serão realizadas nesta tarde e na manhã desta quarta-feira (11).DefesasDurante a tramitação do processo, a defesa do deputado Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o parlamentar se \"mostram frágeis e desfundamentadas\".Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada em \"diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco\".A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em \"hipóteses e conjecturas\".",
"title": "STF julga deputados do PL por suspeita de propina em emendas"
}