Polícia Federal quer sistema antidrone para proteger candidatos a presidência
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March 4, 2026
Polícia Federal pede R$ 200 milhões para reforçar segurança de presidenciáveis em 2026, com antidrone e reconhecimento facial | Foto: Arquivo/AT A Polícia Federal (PF) prevê expandir as operações de segurança de candidatos a presidente em 2026 e pede um reforço de R$ 200 milhões no Orçamento para a compra de sistema antidrone e dispositivo de reconhecimento facial, além da mobilização de 458 agentes.No plano preliminar, o órgão diz que 48 policiais vão atuar na segurança dos candidatos mais expostos, enquanto outros 24 acompanharão presidenciáveis sob menor risco. A PF ainda avalia que até dez candidatos devem exigir cobertura neste ano e pondera que o plano será redesenhado se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar que disputará a reeleição.A estratégia foi apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Planalto e à equipe econômica do governo. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirma na mesma documentação que a necessidade de ampliar a segurança dos candidatos reflete o “conturbado momento pelo qual passamos”.Rodrigues diz que o cenário internacional está marcado por guerras, enquanto o Brasil atravessa período de “questionamentos sobre a legitimidade de atuação das instituições”, sob ambiente político “extremamente polarizado”.“Não é processo trivial e, considerando os perigos dos ambientes interno e externo, tal processo demanda medidas de segurança cada vez mais bem preparadas e executadas, motivo pelo qual o respectivo custeio não pode ser objeto de qualquer insegurança, seja orçamentária, seja quanto à tempestividade de empenho”, afirmou.
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