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  "publishedAt": "2026-03-02T16:12:00.000Z",
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  "textContent": "Vista dos destroços de delegacia atingida por ataque aéreo da ofensiva conjunta dos EUA com Israel em Teerã, capital do Irã, nesta segunda-feira, 2 |  Foto: VAHID SALEMI/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, condenou nesta segunda-feira, 2, ataques contra hospitais e escolas no país, afirmando que Teerã \"não permanecerá em silêncio\" diante do que classificou como crimes. Em publicação no X, ele escreveu que \"ataques a hospitais atingem a própria vida\" e que \"ataques a escolas miram o futuro de uma nação\".Segundo Pezeshkian, mirar pacientes e crianças \"viola flagrantemente\" princípios humanitários. \"O mundo deve condenar isso\", escreveu. O presidente acrescentou: \"Estou ao lado da minha nação enlutada. O Irã não permanecerá em silêncio nem cederá a esses crimes.\"As declarações ocorrem após a evacuação do hospital Ghandi, em Teerã, depois que bombardeios de uma operação conjunta entre EUA e Israel atingiram um transmissor de sinais da televisão estatal iraniana e partes de um prédio da emissora, nas proximidades da unidade de saúde. A agência semioficial Tasnim divulgou vídeos mostrando vidros estilhaçados no hospital, destroços espalhados pela rua e edifícios danificados. O Ministério da Saúde informou que equipes de emergência retiraram pacientes do local.Um grupo de ativistas de direitos humanos citou ainda o Ministério da Educação ao afirmar que 171 estudantes morreram nas últimas 48 horas. O ataque mais letal teria atingido a escola primária feminina Shajareh Tayebeh, em Minab, onde 168 alunas morreram e 95 ficaram feridas.",
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