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  "publishedAt": "2026-06-08T11:30:00.000Z",
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  "textContent": "\nMarco Pigossi. Foto: Divulgação\n\nA nova passagem de Marco Pigossi pela Globo não será em uma novela tradicional, mas em um suspense adulto construído em torno de crimes, segredos e disputas de poder. Em \"Clube Hedonê\", produção do Globoplay baseada no livro \"Mansão Hedonê\", o ator entra em uma história que desloca sua volta para um território mais sombrio da dramaturgia.\n\nO projeto tem como eixo um policial federal envolvido em relações paralelas e a dona de um clube privado frequentado por associados. O encontro entre esses dois mundos empurra a narrativa para uma investigação atravessada por tensão dramática, desejo, suspeitas e conflito moral, sem tratar o universo do clube apenas como cenário.\n\nA escalação também chama atenção pelo intervalo. Pigossi deixou o contrato fixo com a Globo em 2018, depois de \"Onde Nascem os Fortes\", e passou a circular com mais força por produções fora do modelo de novelas. Agora, o retorno acontece em uma obra do streaming da própria empresa, formato que permite outro tipo de risco narrativo.\n\nSegundo a coluna Play, do jornal O Globo, Marco Pigossi acertou o novo trabalho na série. A apuração também aponta Giovana Cordeiro e Vitor Sampaio como protagonistas, nos papéis de Leandra e Augusto, enquanto Marcello Novaes, Rafael Losso, Maria Casadevall, Ravel Andrade e Michel Melamed completam o grupo principal de atores.\n\nA adaptação tem produção da Glaz, direção de Lipe Binder e redação final de Maíra Motta. No corpo da série, esses créditos importam menos como expediente e mais como sinal do caminho escolhido pelo Globoplay: transformar um livro de apelo popular em thriller seriado com investigação, relações ambíguas e atmosfera de suspense.\n\nA ruptura de Pigossi com o modelo anterior da carreira foi explicada por ele ainda em 2018. À revista GQ, o ator afirmou que havia chegado ao próprio limite artístico e disse não buscar necessariamente uma carreira internacional, mas novos desafios. Na mesma entrevista, tratou o glamour como a parte menos interessante do ofício.\n\nAntes de se afastar das novelas, Pigossi havia construído uma trajetória de forte exposição na Globo, passando de papéis iniciais a galãs em tramas de diferentes faixas. Depois, ampliou a presença em séries internacionais, no streaming e no cinema, movimento que ajuda a explicar por que sua volta agora tem peso de reposicionamento, não apenas de escalação.\n\nPara o Globoplay, a série baseada em \"Mansão Hedonê\" reúne dois atrativos de mercado: um título literário já reconhecível e um ator associado tanto à memória recente das novelas quanto à circulação internacional. O resultado coloca \"Clube Hedonê\" como uma aposta de dramaturgia adulta, apoiada no suspense para reaproximar Pigossi do público da Globo sem repetir a fase que ele deixou para trás.",
  "title": "Marco Pigossi retorna à Globo em thriller do Globoplay, \"Clube Hedonê\""
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