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  "textContent": "\nTiago Leifert e Galvão Bueno. Foto: Divulgação/Globo\n\nO retorno do SBT à Copa do Mundo não vem acompanhado de uma promessa numérica para o Ibope. Tiago Galassi, diretor de esportes da emissora, afirma que a casa não trabalha com uma meta formal para a cobertura do Mundial de 2026, embora espere que a mistura entre informação, experiência e descontração se transforme em audiência. A emissora transmitirá 32 jogos do Mundial, incluindo todas as partidas da Seleção Brasileira.\n\nA frase mais direta do executivo resume a postura diante da disputa com concorrentes fortes. \"Não colocamos meta.\", disse Galassi, em entrevista ao jornalista Sandro Nascimento, do NaTelinha/UOL. Para ele, o resultado deve aparecer como consequência de uma Copa feita com o estilo popular que a emissora costuma defender.\n\nA estratégia passa por tratar o torneio como produto esportivo e também como evento de entretenimento. Tiago Galassi afirma que o futebol combina paixão, emoção e aproximação com o público, características que, segundo ele, conversam com o histórico do canal. A cobertura, portanto, não será montada apenas em cima de informação de jogo.\n\nNos dias de partidas do Brasil, esse desenho ficará mais claro com o \"Torcida SBT\". O pré-jogo terá comando de Tiago Leifert, presença de auditório e proposta de funcionar como uma arquibancada televisiva antes de a bola rolar. À noite, o \"Balanço da Copa\" fechará o dia com os principais acontecimentos do Mundial em tom mais leve.\n\nA aposta em Tiago Leifert também ajuda o SBT a buscar torcedores mais jovens. Galassi defende que esse público quer acompanhar os lances, comentar em tempo real, rir, se emocionar e consumir conteúdo sem perder o clima de encontro entre amigos. A emissora tenta transformar essa lógica em linguagem de transmissão.\n\nOutro ponto sensível da cobertura envolve Galvão Bueno. O narrador passou por uma cirurgia no fim de maio, mas Galassi diz que não houve mudança no lema interno do projeto com a N Sports: não existe Copa sem Galvão. O diretor afirma que a disposição do comunicador para estar nos Estados Unidos aumenta a confiança de que o planejamento será mantido.\n\nA operação também impõe um desafio maior do que uma cobertura esportiva concentrada em um único país. A Copa de 2026 será disputada em três países, e o SBT promete distribuir uma equipe experiente de forma estratégica para acompanhar os principais acontecimentos e manter presença perto da Seleção Brasileira.\n\nA emissora também associa a volta ao Mundial à ideia de acesso amplo. Além da TV aberta, a transmissão terá presença no +SBT, plataforma de streaming do canal. Para Galassi, levar a Copa gratuitamente a milhões de brasileiros faz parte do papel do SBT em um evento que mobiliza até quem não acompanha futebol durante o ano inteiro.\n\nA parceria com a N Sports coloca o canal novamente em um território que não ocupava havia quase três décadas. Mais do que disputar a audiência jogo a jogo, o SBT tenta usar a Copa para reafirmar uma marca própria no esporte: menos formalidade, mais proximidade e uma cobertura que transforme a Seleção em programa de família.",
  "title": "SBT mira Copa sem meta de Ibope e aposta em Tiago Leifert"
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