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  "textContent": "\nNicolas Prattes e Theresa Fonseca dão vida a vilões em A Nobreza do Amor. Foto: TV Globo\n\nNicolas Prattes e Theresa Fonseca trocam o romantismo pela vilania em 'A Nobreza do Amor'. Na nova novela das seis da Globo, o par que o público esperava ver como casal apaixonado encarna Mirinho e Virgínia — dois personagens cuja relação é construída sobre ambição, aliança política e o pior que o ciúme pode despertar numa pessoa.\n\nMirinho é o braço brasileiro do tirano Jendal, interpretado por Lázaro Ramos, responsável pelo golpe que derruba o reino africano fictício de Batanga e obriga a rainha a fugir com a filha para o Nordeste. Prattes empresta ao personagem o charme de quem seduz sem esforço — e é exatamente esse magnetismo que coloca a trama em movimento quando Mirinho se encanta por Aika (Duda Santos), a princesa que chega ao Rio Grande do Norte sob a identidade discreta de Lúcia.\n\nVirgínia sente o escanteio e desperta o pior de si\n\nTheresa Fonseca ocupa o núcleo de maior tensão emocional da história. Virgínia era, aos olhos de Barro Preto, a herdeira destinada a se casar com Mirinho — união que consolidaria as duas famílias mais influentes da cidade fictícia. A chegada de Aika desfaz essa certeza, e o ciúme de Virgínia não demora a se transformar em algo mais perigoso do que mágoa.\n\nEnquanto isso, Aika se apaixona por Tonho (Ronald Sotto), trabalhador rural que desconhece ser o legítimo herdeiro do trono de Batanga. O romance nasce atravessado por diferença de classe e choque cultural — e se torna alvo direto das manobras de Mirinho, que enxerga na jovem princesa tanto interesse pessoal quanto utilidade política para os planos de Jendal.\n\nFábula afro-nordestina com cordel, crítica racial e anos 1920\n\nA trama é ambientada nos anos 1920, período em que colonialismo, tradição e modernização se chocam no sertão nordestino e oferecem pano de fundo denso para as disputas de poder que a novela quer encenar. A estética da produção se inspira no cordel e em narrativas afro-diaspóricas, com personagens negros no eixo da narrativa — não em núcleos paralelos.\n\n'A Nobreza do Amor' é escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., mesma equipe de 'Amor Perfeito', e combina fábula, melodrama clássico e crítica social para abordar racismo, desigualdade e identidade afro-brasileira. Com cerca de 185 capítulos, a novela substitui 'Êta Mundo Melhor!' e estreia em 16 de março — colocando Prattes e Fonseca no centro de uma das apostas mais ambiciosas da Globo para a faixa das seis.\n\nFicha Técnica:\n* Programa: A Nobreza do Amor\n* Emissora: Globo\n* Horário: Faixa das 18h (novela das seis)\n* Estreia: 16 de março de 2026\n* Elenco: Nicolas Prattes, Theresa Fonseca, Duda Santos, Lázaro Ramos, Ronald Sotto\n* Autoria: Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr.\n* Gênero: Novela / Drama histórico\n* Capítulos previstos: Cerca de 185",
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