{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreihvfc66qhdxp64wl5brpsytjikdivsbhjswwv3cifocggvspl7dza",
    "uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mps4ao4gsfy2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreig7nsybv5vx5mlvfif4cvn5kuah7iuasoijo7qgmnu37sbs47zduq"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 98088
  },
  "path": "/opiniao/editorial/coluna/2026/07/funcionarios-fantasmas-no-rio-sao-um-acinte.ghtml",
  "publishedAt": "2026-07-04T03:10:08.000Z",
  "site": "https://oglobo.globo.com",
  "tags": [
    "O Globo"
  ],
  "textContent": "\nSão estarrecedores os resultados da auditoria na folha do funcionalismo determinada pelo governador interino do Rio, Ricardo Couto. Praticamente um em cada três funcionários em cargo comissionado no estado — aqueles que devem seu emprego a uma indicação política — recebia sem trabalhar. Constatou-se, ainda, que a prática de pagar salário a quem nem aparece no trabalho, os proverbiais fantasmas, se estendia a todos os 77 órgãos da administração fluminense. É um acinte para o cidadão que trabalha arduamente para pagar suas contas em dia. E um alerta para todo o país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
  "title": "Funcionários fantasmas no Rio são um acinte"
}