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'Backrooms': terror de sucesso ganha versão estendida para os cinemas

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo July 3, 2026
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Depois de conquistar as bilheterias e viralizar nas redes sociais com teorias de todos os tipos, o terror “Backrooms: um não-lugar”, da produtora americana A24 e estrelado por Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve, vai voltar aos cinemas, no dia 23 de julho, com uma nova versão estendida. Veja lista: as estreias e os filmes em cartaz no Rio 'Supergirl': filme é baseado em HQ ilustrada por brasileira vencedora do 'Oscar dos quadrinhos'; saiba quem é O novo corte conta com 15 minutos adicionais de conteúdo inédito. Dirigido por Kane Parsons, de 20 anos, que ganhou notoriedade com curtas virais sobre o tema no YouTube, o filme custou cerca de US$ 10 milhões e arrecadou mais de US$ 262 milhões em todo o mundo, tornando-se a maior bilheteria da história da produtora e distribuidora americana A24. Na trama, uma terapeuta (Reinsve) adentra um backroom quando um de seus pacientes (Ejiofor) desaparece e ela precisa resgatá-lo. Parsons ficou conhecido na internet por publicar no YouTube uma série de vídeos inspirados nos backrooms, dimensões paralelas labirínticas que parecem existir entre a realidade e o pesadelo. Os curtas viralizaram, acumulando milhões de visualizações com uma estética hiper-realista, imagens granuladas e atmosfera profundamente perturbadora. O que são os 'backrooms'? Cena do filme "Backrooms" Divulgação Os backrooms são espaços fictícios criados na internet que funcionam como uma espécie de dimensão alternativa. A principal característica é a sensação labiríntica: salas, corredores e escritórios aparentemente infinitos, marcados por paredes amareladas, iluminação artificial e um silêncio desconfortável. A ideia dos backrooms surgiu em 2019, em um post anônimo publicado no fórum 4chan. A publicação mostrava apenas uma imagem de um corredor vazio, iluminado por lâmpadas fluorescentes e cercado por paredes amareladas. O post rapidamente viralizou e deu origem a uma mitologia colaborativa na internet. Usuários começaram a criar “níveis” para o labirinto, regras de sobrevivência, teorias e criaturas misteriosas escondidas nos corredores.

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