Rio elabora plano para enfrentar os impactos do El Niño
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July 2, 2026
Com o risco do fenômeno El Niño provocar mudanças nos próximos meses, como temperaturas acima da média histórica, ondas de calor mais frequentes e períodos de estiagem alternados com chuvas intensas, o governo do Rio de Janeiro tem elaborado um plano para reduzir os riscos dos efeitos do fenômeno. Paralisação: Greve dos ônibus no Rio entra no terceiro dia com passageiros ainda passando sufoco; 'Não consegui nada', diz um deles Disputa de poder: Alerj fecha semestre turbulento votando vetos e homenagens de olho nas eleições O El Niño é um fenômeno natural do Oceano Pacífico tropical, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas na faixa equatorial. A condição é capaz de influenciar o clima do mundo ao alterar ventos e regimes de chuva. Os impactos devem ser sentidos de maneiras distintas pelo país a partir de junho: o Sul pode receber tempestades de alta magnitude, enquanto o Centro-Oeste e o Norte podem sofrer com a intensificação da seca e a alta na devastação por incêndios. No Sudeste, os impactos costumam ser mais irregulares. O padrão mais comum envolve períodos de calor persistente, alterações na frequência das frentes frias e mudanças na distribuição das chuvas ao longo da estação chuvosa. As ações são coordenadas pela Secretaria de Estado de Defesa Civil (SEDEC-RJ), que mantém monitoramento com o Centro Estadual de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden-RJ). O Rio tem protocolos escalonados de resposta e criou a Força Especializada da Defesa Civil, preparada para atuar em qualquer região do estado em situações de desastre. O Corpo de Bombeiros também já colocou em operação a Operação Extinctus 2026, plano de prevenção e combate a incêndios florestais durante os meses de estiagem. Outras pastas também estão elaborando planos de resposta aos possíveis eventos climáticos. A Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), por exemplo, tem atualizado os cenários de risco, o acompanhamento das condições da Bacia do Paraíba do Sul — considerada uma das principais preocupações para o abastecimento hídrico do estado. A Cedae, por sua vez, ampliou o monitoramento dos mananciais com uso de sensores, drones, câmeras de alta tecnologia e acompanhamento. A estrutura permite identificar alterações na qualidade ou disponibilidade hídrica com antecedência, acionando medidas preventivas para garantir a segurança do abastecimento. Crimes em 1996 e 2006: Estado brasileiro assina acordos de reparação perante à CIDH referentes a casos de violência policial ocorridos no Rio Já a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) fará, em parceria com a Fiocruz, uma capacitação específica sobre o El Niño para gestores municipais, fortalecendo a capacidade de resposta da rede de saúde. Initial plugin text
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