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Operação da Polícia Civil mira esquema de fraude na reativação de antigo banco para apropriação de mais de R$ 1 bi

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo June 25, 2026
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Policiais civis estão nas ruas desde cedo cumprindo mandados de busca e apreensão em vários bairros do Rio. O foco da “Operação Lázaro”, deflagrada pela Delegacia de Defraudações (DDEF) é apurar um esquema que teria se utilizado a reativação irregular de um banco extinto há mais de 60 anos para tentar se apropriar de um crédito superior a R$ 1 bilhão. Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em condomínios e residências de alto padrão localizados nos bairros do Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Glória, Tijuca, Copacabana, Gávea e Botafogo. Propag: policiais e peritos apontam onde a contrapartida do governo do estado em segurança pública deve ser aplicada Além de príncipe trancado para fora de palácio, Família Imperial também tem briga pela Casa da Princesa Isabel, em Petrópolis De acordo com as investigações, em 2024, um grupo de falsos acionistas teria conseguido restabelecer o registro de um banco que encerrou oficialmente suas atividades em 1964, depois do processo de liquidação aprovado pelos próprios acionistas. Segundo das as apurações, a medida teria ocorrido mesmo diante de decisões judiciais e manifestações técnicas contrárias à reativação da instituição. As investigações apontam ainda que o objetivo do grupo seria reivindicar direitos sobre um crédito bilionário relacionado à desapropriação de uma área de aproximadamente 153 mil metros quadrados, localizada no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio Os agentes apuram se a reativação do banco foi utilizada como forma de dar aparência legítima à tentativa de apropriação desses valores. Após 11 dias de internação: Polícia Civil aguarda resultado de perícia feita em celulares de parentes de menino envenenado na Baixada As diligências mostram ainda que, depois da liquidação da instituição financeira na década de 1960, as ações da companhia deixaram de existir e os ativos remanescentes foram distribuídos entre os então acionistas. Apesar disso, décadas depois, pessoas que se apresentavam como representantes ou acionistas teriam articulado a retomada do registro empresarial da instituição. A investigação apura ainda o envolvimento de agentes públicos e ex-integrantes de um órgão público. As investigações mostram que durante apuração surgiram indícios de que integrantes do grupo estariam ligados a outras práticas ilícitas, como fraudes imobiliárias, invasões de terrenos e empreendimentos irregulares em áreas da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste da capital. Pé-Sujo & Pé-Limpo: Tudo novo de novo nos 70 anos do Jobi As diligências desta quinta são para apreender documentos, aparelhos eletrônicos e outros elementos que possam esclarecer a atuação de cada alvo e aprofundar as investigações, informou a Polícia Civil. Initial plugin text

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