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‘Vikings’ da Noruega emplacam cântico da torcida na Copa no topo das paradas musicais do país

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo June 24, 2026
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No embalo da “remada viking” que vem roubando a cena na Copa do Mundo 2026, a torcida organizada oficial da seleção da Noruega emplacou nesta terça, 23, um cântico no topo das paradas musicais do país europeu. A Copa é Pop: Popularizada na Copa, coreografia norueguesa do 'barco viking' tem origem em shows de heavy metal 'Ideia estúpida': Torcedor norueguês explica por que não remou em celebração na Copa do Mundo Chamada de “Vikingblod” (e apelidado de “Canto da remada norueguesa”), a música foi lançada em março pela torcida Oljeberget e acaba de alcançar o topo das 50 faixas mais ouvidas pelo público norueguês no Spotify (TOP 50 Norway). Ela já acumula quase 2,6 milhões de execuções – 560 mil só no período da última semana. A alta é consequência do sucesso da “remada viking”, reproduzida pelos torcedores noruegueses em diversos locais dos Estados Unidos, onde a seleção está baseada (na Carolina do Norte) e vem jogando. O pico de streams (23,8 mil na última segunda-feira, 22) coincidiu não só com a vitória emocionante por 3 a 2 contra o Senegal, mas também com a explosão de compartilhamentos dos vídeos em que os noruegueses fazem sua “remada” na Times Square, em Nova York, antes da partida. Nos atos, repetidos nas arquibancadas dos estádios, a torcida finge remar em sincronia, comandada por uma de suas lideranças e por um instrumento musical (identificado como um tambor, geralmente). Além de repetir a expressão “Ro!” (“Remar!” em norueguês), a música mais ouvida entre o povo de ascendência nórdica também inclui versos como “Primeiro nós tomamos a Europa, agora vamos tomar os EUA” e “Nós somos a Noruega, sabemos que não somos os maiores, mas Odin [figura da mitologia nórdica] sabia que nós estávamos aqui primeiro (…)”. Tanto a coreografia da “remada” quanto o cântico no topo das paradas fazem parte da atuação mais expressiva organizada Oljeberget em Copas do Mundo desde a criação dela, em 1994. Ao “remar” pela seleção do país, o grupo busca evocar a herança Viking para apoiar o esforço coletivo em prol do time, que enfrenta a França em Boston na próxima sexta, 26, às 16h do horário de Brasília.

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