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    "O Globo"
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  "textContent": "\nA China impôs controles de exportação a 10 empresas americanas, incluindo algumas dos setores de defesa e mineração de terras raras, anunciou Pequim nesta segunda-feira. O país também proibiu dezenas de empresas americanas de participarem de contratos governamentais em resposta à lista negra de empresas chinesas elaborada por Washington. Entenda: enquanto o mundo corre atrás do petróleo, a China mantém seus estoques cheios Estudo da Firjan: Brasil deve ser beneficiado por cenário geopolítico no petróleo As medidas foram tomadas um mês após a visita do presidente americano Donald Trump à China, com o objetivo de estabilizar as relações tensas com seu homólogo Xi Jinping. No entanto, pouco depois dessa visita, os Estados Unidos divulgaram uma lista negra com 80 empresas chinesas e suas subsidiárias que, segundo Washington, apoiam as forças armadas chinesas, levando Pequim a ameaçar retaliar. Os novos controles de exportação da China são \"uma resposta ao ato flagrante do governo americano de adicionar empresas à sua chamada 'lista de empresas militares chinesas'\", afirmou o Ministério do Comércio em um comunicado. Galerias Relacionadas O ministério acrescentou que as medidas também visam \"salvaguardar a segurança nacional da China\". Entre as 10 entidades estão a Aveox, que possui contratos aeroespaciais com as forças armadas dos EUA, e a Oshkosh Defense, fabricante de veículos militares. Enquanto isso, o Ministério das Finanças da China anunciou a proibição da participação de 46 empresas americanas em licitações públicas no país asiático, incluindo a Lockheed Martin, a Raytheon e a divisão de defesa da Boeing. A lista negra dos EUA afeta gigantes chineses como Alibaba, Baidu e BYD.",
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