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"publishedAt": "2026-06-21T19:00:43.000Z",
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"textContent": "\nA irmã de Juliana Marins — a jovem de 26 anos que morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia — desabafou sobre o primeiro ano desde o acidente. Mariana Marins relembrou, em uma publicação nas redes sociais, os momentos iniciais após saber do ocorrido. Ela contou que foi exatamente às 21h30 do dia 20 de junho do ano passado que recebeu uma mensagem de uma turista que havia passado pelo vulcão e tinha informações sobre Juliana. Mariana também falou sobre a saudade da irmã e disse que, mesmo após um ano de sua morte, ainda sente vontade de mandar mensagens para ela. Choque de gerações: turma 50+ encara baladas na madrugada e jovens acordam cedo para confraternizar em corridas; entenda Classificados do crime: grupos de WhatsApp viram feirão ilegal de armas, drogas e veículos roubados Mariana postou um vídeo no Instagram, neste domingo, falando sobre o ocorrido. \"Ontem foi uma sensação estranha. Quando deu 21h30, minha cabeça voltou para o ano passado. Foi nesse horário, no dia 20 de junho, que recebi uma mensagem de uma turista que estava passando pelo vulcão e soube do que estava acontecendo com a Juliana\", lembrou ela. Ela ainda relatou o quanto sente vontade de falar com a irmã sobre acontecimentos do cotidiano. \"Foi muito doido, porque justamente naquele horário senti vontade de mandar uma mensagem para ela, algo que tenho sentido com frequência ultimamente, para contar o que está acontecendo. Quando acontece alguma coisa, penso: “Ah, isso eu tenho que mandar para a Juliana”. E foi nesse momento que me veio a lembrança daquele 20 de junho do ano passado\", relatou ela. Relembre o caso A queda de Juliana Marins ocorreu em junho do ano passado, enquanto ela realizava uma caminhada no Monte Rinjani, o segundo vulcão mais alto da Indonésia. O incidente se deu no trecho conhecido como Cemara Nunggal, um dos pontos de maior risco da trilha, a uma altitude superior a 2.600 metros. Entenda: Príncipe é trancado para fora de palácio em Petrópolis em briga da Família Real que foi parar na Justiça As condições do local, caracterizadas pela baixa visibilidade e pelo terreno irregular, impuseram grande dificuldade à operação de busca e resgate. Seis equipes especializadas e duas aeronaves foram mobilizadas durante quatro dias para localizar Juliana. O corpo da jovem só foi encontrado na encosta quatro dias após a queda e teve que ser içado para ser resgatado e trazido de volta para o Brasil. O Parque Nacional do Monte Rinjani foi temporariamente fechado para turistas logo após o resgate. O caso gerou mobilização nas redes sociais em todo o Brasil, onde familiares e amigos buscavam informações e apoio logístico para as operações de resgate na Indonésia. Semanas depois da confirmação da morte de Juliana, a prefeitura de Niterói batizou o mirante e a trilha da Praia do Sossego, em Camboinhas, na Região Oceânica, com o nome da jovem. A prefeitura disse na época que a mudança do nome foi uma homenagem à sua memória e ao amor que Juliana tinha pelo local, informação fornecida por Mariana. Initial plugin text",
"title": "Juliana Marins: irmã relembra momento em que soube do acidente no vulcão e fala da saudade um ano após a morte da jovem"
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