Número 2 do grupo guerrilheiro Estado Maior Central é morto em emboscada na Colômbia
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June 21, 2026
O vice-líder do grupo guerrilheiro Estado Maior Central (EMC), Jacob Idrobo Arredondo, conhecido como Marlon, foi morto em combate, anunciou neste domingo (21) o presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Facção dissidente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o EMC, liderado por Iván Mordisco, rejeitou os acordos de paz em 2016 e retomou atividade, sendo hoje uma das principais preocupações de segurança do governo. Armistício: Quase cem guerrilheiros entregam armas na Colômbia após acordo com Gustavo Petro "Marlon, segundo em comando de Iván Mordisco, morreu em combate", escreveu Petro na rede social X. O guerrilheiro encurralado era o chefe do grupo no departamento de Cauca (sudoeste) e responsável por um atentado a bomba em abril que deixou cerca de 20 civis mortos naquela região. Eleições: Colombianos vão às urnas neste domingo com candidato governista em busca da virada O presidente de esquerda disse que que a morte de Marlon foi "o golpe mais duro desferido contra as estruturas armadas da máfia no oeste da Colômbia" e que "essa organização foi derrotada". O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, confirmou a morte de Marlon. "Militares e policiais mataram em combate (...) Marlon, o mais perigoso assassino, terrorista e recrutador de menores do sudoeste do país", afirmou em um vídeo no qual aparece chefes das forças de segurança. Ele afirma que o líder guerrilheiro "estava entre os criminosos mais procurados internacionalmente e era procurado pelos Estados Unidos por tráfico de drogas e por seu papel como facilitador do tráfico de cocaína e armas com os cartéis mexicanos". A morte de Marlon foi anunciada na véspera do segundo turno das eleições, em que os colombianos escolherão o sucessor de Petro entre o senador de esquerda Iván Cepeda e o candidato de extrema-direita Abelardo de la Espriella.
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