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  "publishedAt": "2026-06-20T11:33:02.000Z",
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    "O Globo"
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  "textContent": "\nForam quatro medalhas, todas de ouro, exemplares produzidos na Serra Gaúcha, Minas Gerais e Goiás. De longe a melhor 'performance' dos vinhos brasileiros no \"Decanter World Wine Awards\", uma das mais respeitadas premiações de vinho do mundo. Só a Casa Geraldo, vinícola mineira de Andradas, na Serra da Mantiqueira, faturou duas medalhas de ouro de uma tacada só. Inédito. Com o Signature Cabernet Franc 2023 e o seu Syrah Grand Reserva 2024. Preço médio dos exemplares? Em torno dos R$ 100. Merece muitos brindes. Mais dois exempares de ouro: o espumante Salton Moscatel, Serra Gaucha e o Udu da Coroa Azul, estrela do estado de Goiás e o mpremiados: sa Divulgação Tem mais surpresa. O moscatel Ouro da Salton, uma das vinícolas mais antigas da Serra Gaúcha (quiçá do Brasil) fez jus a o nome e faturou medalha de ouro. Merecido e o moscatel vem crescendo o seu consumo. Fazemos bons moscatéis , como mostrou a Santon. O outro rótulo nacional premiado talvez seja o mais inusitado desse quarteto de ouro. o Udu da Coroa Azul Grande Reserva Cabernet Franc, que estampa no rótulo o pássaro típico do Cerrado, região onde o vinho premiado é produzido, colocando Goiás no mapa entre os grandes estados viticultores do país. A Vinícola São Patrício fica em Rianópolis, produz vinhos desde 2019, com técnica de dupla poda. Além do premiado Udu, engarrafa mais três tintos, o Cauré (ouro no Wines of Brasil Awards) e Talha Mar blend ( 88 pontos no Descorchados) e o Reserva Cabernet com Syrah. E rosés, e brancos. É a sua primeira distinção do Decanter World Wine Awards. Um resultado animador para os vinhos brasileiros: prova às cegas,17 mil exemplares de 18 países e feitas por 245 especialistas, sendo 63 deles master of wine e 24 masters sommeliers.",
  "title": "O golaço da Casa Geraldo, vinícola mineira que levou dois ouros em ranking mundial de vinhos. O Brasil saiu com quatro medalhas"
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