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  "publishedAt": "2026-06-18T15:32:17.000Z",
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  "textContent": "\nA operação do Ministério Público estadual do Rio nesta quinta-feira teve como alvos de mandados de busca e apreensão três pessoas: o deputado estadual Val Ceasa (PRD), o ex-vereador Ulisses Marins e o ex-assessor parlamentar do deputado, Michael Johnny Vianna de Azevedo. Este último acabou preso em flagrante junto à atual companheira, Suelen Silva dos Reis, a Suelen Bacana, por posse de arma de fogo. O casal é nomeado na Rioluz. Elo com o TCP: Operação na Alerj mira deputado Val Ceasa e ex-vereador Ulisses Marins; Casa já teve alvos ligados ao CV Após ser exonerado da prefeitura do Rio, ex-vereador suspeito de ligação com o TCP foi nomeado no Governo do Estado Armas apreendidas durante a operação do MPRJ Divulgação / MPRJ O casal é nomeado atualmente na Companhia municipal de Energia e Iluminação do Rio (Rioluz). Michael Johnny — que chegou a ser assessor parlamentar de Val Ceasa entre fevereiro de 2024 e janeiro do ano passado — atua na fiscalização da iluminação pública na Zona Norte. Admitido em fevereiro do ano passado — com salário líquido é de R$ 3,4 mil — \"nada que vetasse a sua nomeação foi encontrado pela Secretaria de Integridade\" na ocasião, informa a prefeitura do Rio, que irá publicar sua exoneração no Diário Oficial desta sexta-feira. Val Ceasa: Deputado é suspeito de interferir para barrar demolição de resort de Peixão, um dos traficantes mais perigosos do Rio Já Suelen, viúva do ex-vereador Zico Bacana — assassinado a tiros em 2023 — foi nomeada na Rioluz em janeiro do ano passado. Segundo a investigação, ela mantém atuação política alinhada a Val Ceasa e é comissionada na Rioluz. Sua remuneração mensal líquida é de R$ 4.577,39 (em alguns meses também recebeu um suplemento de R$ 6 mil). Até a última atualização desta reportagem, não há informações se ela será mantida no cargo. Após a morte de Zico Bacana, Suelen concorreu pela primeira vez a vereadora no ano seguinte, pelo PRD, e acabou como suplente. Chefão do CV, Doca já sugeriu cooptar Val Ceasa para a maior facção do Rio, rival do TCP Operação por ligação com o TCP Val e Ulisses são apontados como suspeitos de atuar para impedir a demolição de um resort de luxo do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, um dos chefes da facção, em Parada de Lucas, no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio. A operação desta quinta-feira cumpriu 14 mandados de busca e apreensão. Na casa do deputado Val Ceasa foram apreendidos aproximadamente R$ 320 mil em dinheiro em espécie, segundo a Polícia Civil. Além disso, os agentes recolheram os celulares dos três alvos da operação. Polêmica na Zona Sul: Após Iphan e prefeitura suspenderem obra, Cavaliere anuncia rescisão da concessão para eletroposto no Aterro do Flamengo Investigação cita que TCP também se 'entranhou nas vísceras da Alerj' A investigação foi aberta pela Procuradoria-Geral de Justiça após surgirem indícios de que parlamentares teriam procurado a Polícia Militar para obter informações sobre uma operação sigilosa que previa a demolição de imóveis ligados ao TCP em Parada de Lucas. No documento em que pediu a busca e apreensão dos alvos da operação desta quinta-feira, o procurador-geral de Justiça Antonio José Campos Moreira afirmou que, assim como o caso do então deputado TH Joias revelou a infiltração da facção criminosa Comando Vermelho na Alerj, a investigação sobre Val Ceasa e Ulisses Marins está a “desvendar” que o Terceiro Comando Puro também “se entranhou nas vísceras da Casa Legislativa”. Investigação: Polícia ouve médicos e assistentes sociais na investigação da morte de menino de 11 anos após bolo suspeito de envenenamento Os mandados foram autorizados pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e são cumpridos no gabinete de Val Ceasa, na Alerj. Há equipes também na Ceasa e em outros endereços localizados na capital fluminense e no Espírito Santo. As diligências são realizadas por agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), do MPRJ, e da Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro, da Polícia Civil. Em nota, a Alerj afirma que \"acompanha a operação\" realizada pelo MPRJ, reiterando que \"atua com austeridade e compromisso com o povo fluminense\". A Casa legislativa \"reforça seu compromisso com a transparência e coloca-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações\". Initial plugin text",
  "title": "Presos em operação por suspeita de ligação com o TCP estão nomeados na Rioluz; prefeitura anuncia exoneração"
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