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Prefeitura de Limeira bloqueia acesso à Ponte do Esqueleto após morte de jovem em salto sem corda

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo June 17, 2026
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A Prefeitura de Limeira iniciou, na manhã desta quarta-feira, uma operação para bloquear o acesso à Ponte do Esqueleto, estrutura onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, morreu após ser lançada em um salto de “rope jump” sem estar conectada às cordas de segurança. Segundo informações do portal Notícia de Limeira, máquinas foram mobilizadas para impedir a entrada de pessoas no local. A medida ocorre poucos dias após o acidente que ganhou repercussão nacional. No último sábado, Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros durante uma atividade de turismo de aventura realizada na ponte. Imagens registradas no local mostram a jovem sendo lançada por instrutores sem que o equipamento de segurança estivesse conectado. Três responsáveis pela operação foram presos e tiveram a prisão convertida em preventiva. Eles afirmaram à polícia ter sofrido um "apagão" e esquecido de prender as cordas antes do salto. Intervenção para impedir acesso De acordo com o Notícia de Limeira, os trabalhos começaram ainda nas primeiras horas da manhã na entrada principal da ponte, localizada no município de Limeira. A outra via de acesso fica em Cordeirópolis. Técnicos que acompanham a operação informaram que uma vala será aberta para dificultar a circulação de pessoas e veículos na área. A Ponte do Esqueleto foi construída há mais de três décadas para integrar um projeto ferroviário que nunca foi concluído. Atualmente sob responsabilidade da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), a estrutura se tornou um ponto informal para práticas esportivas e atividades de aventura. O local acumula histórico de acidentes graves, incluindo a morte de uma ciclista em 2024. A prefeitura vinha cobrando medidas de controle e segurança para a área e chegou a atribuir ao governo federal a responsabilidade pela fiscalização do espaço. Após a morte de Maria Eduarda, a administração municipal decidiu avançar com ações para restringir o acesso ao viaduto enquanto o futuro da estrutura segue em discussão.

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